Pesquisar este blog

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Cectic 8 - Enrolação Astrológica


Clique para ampliar.

sábado, 16 de agosto de 2008

Cectic 7 - Peça ajuda aos aliens


Clique para ampliar.

É interessante notar como algumas pessoas adoram alguma conspiração envolvendo alienígenas malévolos mancomunados com os governos e que estão por trás dos grandes feitos da humanidade. Essas pessoas, na verdade, são falsos céticos pois duvidam de tudo aquilo que está amplamente comprovado e ainda preferem buscar explicações que envolvem coisas improváveis. Essas pessoas acham que a humanidade é incapaz de grandes feitos. Modestamente, eu acho que tais pessoas é que são incapazes de raciocionar bem.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Cectic 6 -Tladição Chinesa, né?


Clique para ampliar.

É incrível como algumas pessoas só acham que algo é verdadeiro e indiscutível apenas por que é antigo ou tradicional ou por ser parte de uma cultura distante e exótica.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Cectic 5 - Odin nos livre!


Clique para ampliar.

sábado, 9 de agosto de 2008

Cectic 4 - Doutrinação Infantil


Clique para ampliar.

A propósito, falando em céu e inferno, uma frase de Albert Einstein é bastante reveladora sobre esta doutrina: "Se as pessoas são boas só por temerem um castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível."

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Cectic 3 - Quase Quarenta Anos Depois....


Clique para ampliar.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Cectic 2 - Provando a Existência de Deus


Clique para ampliar.

sábado, 2 de agosto de 2008

Cectic - ceticismo bem-humorado

A partir de hoje o hypercubic terá conteúdo regular. E uma dose de humor também, mas sem perder o ceticismo. Todas as terças, quintas e sábados serão publicadas as tirinhas Cectic traduzidas por mim.

Eis a primeira (clique para ampliar):

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Ao infinito e além"?

Já faz quase 50 anos que chegamos ao espaço e vimos que a Terra é um pálido ponto azul, mas a exploração espacial é só isso?


Em 1961, o cosmonauta soviético Iuri Gagarin foi o primeiro homem a ver a Terra tal como ela é: azul, cheia de nuvens e sem fronteiras. Oito anos depois, em 20 de julho de 1969, o astronauta norte-americano Neil Armstrong, o primeiro homem a por os pés na Lua disse: “É um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”. Não demorou para começarmos a sonhar com visitas a Marte e, talvez, a Vênus, nossos vizinhos mais próximos. Nos anos 70, porém, confirmou-se a hipótese de que Vênus possuía uma atmosfera densa e ácida e que a temperatura na superfície superava os 400ºC. Riscamos Vênus de nosso itinerário. Voltamos nossos olhos para o planeta vermelho, e vimos que os marcianos não existem – a não ser que sejam micróbios ainda desconhecidos.


Mas não foram essas descobertas que acabaram com as viagens espaciais tripuladas. Na verdade a conquista do espaço só ocorreu ainda nos anos 60 por uma série de fatores não apenas científicos ou técnicos, mas também – e infelizmente – políticos. O mundo estava no auge da Guerra Fria – a polarização político-econômica que surgiu no pós-guerra. Na verdade, a noção de que não houve conflitos armados na Guerra Fria é um erro. As Guerras da Coréia e do Vietnã foram puramente ideológicas e, ainda assim, foram os piores conflitos do pós-guerra. Em suma, o que não houve foi uma guerra nuclear e era essa a maior tensão daquele período.


Os foguetes, porém, começaram a ser pesquisados bem antes da II Guerra. Em 1926, o cientista americano Jean-Luc Goddard começou a pesquisá-los com o intuito de mandar uma expedição à Lua. A sociedade científica da época desacreditou os trabalhos de Goddard, e ele morreu antes do início da era espacial. Hoje, Goddard é reconhecido como pioneiro. Mais tarde, já durante a II Guerra, o engenheiro alemão Werner von Braun desenvolveu a bomba-voadora V-2, usada para bombardear a Inglaterra. A mecânica por trás da bomba era essencialmente a mesma por trás dos foguetes espaciais – exceto pelo fato de que foguetes espaciais úteis não explodem. Após a guerra von Braun migrou para os Estados Unidos e foi um dos primeiros engenheiros da Nasa.


Mas quem deu o pontapé na corrida espacial foi a URSS com o satélite Sputinik, em 1957. A Nasa foi fundada em 1958, com apoio dos militares americanos. Alguns anos depois já tínhamos homens no espaço – ou melhor, nas vizinhanças da Terra.


Nas vizinhanças da Terra

Com exceção das missões tripuladas à Lua – todas missões americanas, realizadas entre 1969 e 1972 – nenhum astronauta ou cosmonauta foi além de algumas centenas de quilômetros de distância da órbita da Terra. Em média, a distância alcançada é de 300 km. Em comparação, a Lua está a 400.000 km de distância e Marte, por exemplo, a cerca de 50 milhões de km da Terra. O Universo como um todo, tem uns 13 bilhões de anos-luz (cada ano-luz vale 9,5 trilhões de quilômetros). Não se pode dizer, portanto, que estamos explorando o espaço. Estamos, no máximo, sobrevoando a Terra de um modo muito mais caro e fazendo descobertas relativamente óbvias. Por exemplo: ausência de gravidade não faz bem aos sistemas ósseo e muscular. Por outro lado, as plantas também crescem sem gravidade.


Alguns podem argumentar que a exploração espacial nos trouxe alguns benefícios, como relógios digitais, laseres, telas de LCD, uso de energia solar, computadores e mesmo a internet. Mas será que precisávamos ir “lá fora” a um custo de bilhões de dólares, durante décadas, para ter tudo isso? É claro que não. É por isso mesmo que os americanos desistiram de continuar a explorar a Lua e mandar homens a Marte. É muito mais barato – e seguro – mandar sondas-robôs.


Por outro lado, o custo de missões espaciais, tripuladas ou não, continua alto mesmo após décadas de desenvolvimento por um motivo simples: poucos paises se arriscam nesse negócio e os poucos que o fazem, fazem sozinhos. Não agências espaciais associadas. Os EUA têm a Nasa, o Japão tem a Jaxa, a China, a CNSA, Índia, a ISRO, e a Rússia, a RKA. O que mais se aproxima de uma associação espacial supra-nacional é a ESA, a agência espacial européia. A ONU, por sua vez, não tem agência, e sim uma espécie de “departamento jurídico” dedicado a assuntos relativos ao espaço (OOSA). Os países do mundo ainda não perceberam que a cooperação internacional reduziria os custos. Além disso, a exploração nacional do espaço exterior não tem sentido, pois a ONU afirma que nenhuma nação tem direito a territórios extraterrestres.


Agora, volta-se a falar de “exploração espacial”. Estados Unidos e China prometem homens na Lua, de novo, na década de 2020 e, talvez, até, Marte, na década seguinte. Mas não será o começo definitivo da era da exploração espacial. Será fogo de palha mesmo, por que, infelizmente, ainda não estamos prontos a cooperar.

Experiência de Quase-Morte

Este blog não morreu - pelo menos por enquanto. O fato é que este que vos escreve não anda muito animado com o desempenho do hypercubic. Não é que faltem leitores, mas acho que faltam comentários. Se não há comentários, não tenho como saber se agradei ou não, não há um debate de idéias e eu creio que é pra isso que serve a internet.

PS: este tempo todo sem postagens pode ter parecido longo demais para leitores habituais - se é que existem -, mas foi relativamente curto para o autor. Isso prova a Teoria da Relatividade. xD

terça-feira, 13 de maio de 2008

Reflexões no Dia do Automóvel

Hoje, 13 de maio, é o Dia do Automóvel. Mas, infelizmente, não há muito o que comemorar. O automóvel, que era um símbolo de status e independência tornou-se um vilão social e ecológico. Eis o resultado de um mundo sobre rodas. Há cem anos, em 1908, Henry Ford inovava com a fabricação em série de seu memorável e - por que não dizer - simpático Modelo T, o carro que motorizou a América.

Era o início da era dos automóveis populares. As ruas começaram a se encher, e os problemas, a aparecer. Eram comuns acidentes devidos às condições precárias de segurança, tanto dos carros quanto das vias. Mas era também uma época de heroísmo nas estradas e nas pistas de corrida - eram comuns corridas de uma cidade a outra. A maior de todas, e talvez a menos lembrada, é a Nova York-Paris, realizada em 1908. Hoje temos um automobilismo seguro, asséptico e caríssimo, dominado pelas grandes marcas e pelo interesse comercial. Os tempos românticos, de improsivos heróicos se foram há muito.

Hoje os automóveis são repletos de itens de segurança, mas os acidentes continuam a ceifar vidas. As principais causas são a imprudência do motorista, a embiagez ao volante e, no caso do Brasil, a ainda precária condição das rodovias.

Outro grande problema automotivo da atualidade é o excesso de automóveis. É um problema mundial a lentidão do trânsito nos grandes centros. No Brasil, porém, a situação se agrava pela falta de boas opções de transporte coletivo - e pela forma como este meio ainda é (mal-)visto.

Os automóveis também são listados entre os vilões responsáveis pelo aquecimento global. Com certa razão, é claro. Afinal, queimar gasolina para andar uns poucos quarteirões, como muitos fazem, é um absurdo. Há até quem diga agora que a demanda por bio-combustíveis - uma urgência tecnológica da sociedade moderna - levará o mundo à fome. Isso só é verdadeiro se usarmos alimentos e áreas destinadas ao plantio de alimentos para a obtenção de etanol. O que devíamos fazer é produzir etanol a partir de celulose - qualquer vegetal serve como matéria prima, e as plantações não precisam ser grandes áreas contínuas.

A Honda promete lançar o primeiro carro a hidrogênio ainda este ano. Vai demorar pra chegar?

Devíamos, sobretudo, mudar a nossa matriz energética imediatamente. O hidrogênio é uma opção muito promissora: é uma fonte praticamente inesgotável (99% do Universo conhceido é hidrogênio) e não-poluente (sua queima gera apenas vapor d'água). Entretanto, o hidrogênio ainda não é comercialmente viável por falta de meios adequados para armazenamento e distribuição (o hidrogênio é um gás altamente inflamável). Eu me pergunto se esse empecilho para o hidrogênio já teria sido resolvido se não fosse o lobby (e a preguiça, o desinteresse mesmo) da indústria petrolífera.

UPDATE: A Honda lançou o FCX Clarity no fim de junho, apenas na Califórnia. No Japão o carro será lançado em setembro e não há previsão para vendas em demais mercados. A Califórnia foi escolhida como local de lançamento por dois motivos simples: já conta com uma pequena rede de postos de hidrogênio e, mais importante, tem uma das mais severas avançadas legislações ecológicas do mundo e novos limites de emissões entram em vigor a partir de 2009.

terça-feira, 6 de maio de 2008

One year later

Este blog completou um ano de existência discretamente. Tão discretamente que nem eu percebi!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...