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Já faz quase 50 anos que chegamos ao espaço e vimos que a Terra é um pálido ponto azul, mas a exploração espacial é só isso?
Em 1961, o cosmonauta soviético Iuri Gagarin foi o primeiro homem a ver a Terra tal como ela é: azul, cheia de nuvens e sem fronteiras. Oito anos depois, em 20 de julho de 1969, o astronauta norte-americano Neil Armstrong, o primeiro homem a por os pés na Lua disse: “É um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”. Não demorou para começarmos a sonhar com visitas a Marte e, talvez, a Vênus, nossos vizinhos mais próximos. Nos anos 70, porém, confirmou-se a hipótese de que Vênus possuía uma atmosfera densa e ácida e que a temperatura na superfície superava os 400ºC. Riscamos Vênus de nosso itinerário. Voltamos nossos olhos para o planeta vermelho, e vimos que os marcianos não existem – a não ser que sejam micróbios ainda desconhecidos.
Mas não foram essas descobertas que acabaram com as viagens espaciais tripuladas. Na verdade a conquista do espaço só ocorreu ainda nos anos 60 por uma série de fatores não apenas científicos ou técnicos, mas também – e infelizmente – políticos. O mundo estava no auge da Guerra Fria – a polarização político-econômica que surgiu no pós-guerra. Na verdade, a noção de que não houve conflitos armados na Guerra Fria é um erro. As Guerras da Coréia e do Vietnã foram puramente ideológicas e, ainda assim, foram os piores conflitos do pós-guerra. Em suma, o que não houve foi uma guerra nuclear e era essa a maior tensão daquele período.
Os foguetes, porém, começaram a ser pesquisados bem antes da II Guerra. Em 1926, o cientista americano Jean-Luc Goddard começou a pesquisá-los com o intuito de mandar uma expedição à Lua. A sociedade científica da época desacreditou os trabalhos de Goddard, e ele morreu antes do início da era espacial. Hoje, Goddard é reconhecido como pioneiro. Mais tarde, já durante a II Guerra, o engenheiro alemão Werner von Braun desenvolveu a bomba-voadora V-2, usada para bombardear a Inglaterra. A mecânica por trás da bomba era essencialmente a mesma por trás dos foguetes espaciais – exceto pelo fato de que foguetes espaciais úteis não explodem. Após a guerra von Braun migrou para os Estados Unidos e foi um dos primeiros engenheiros da Nasa.
Mas quem deu o pontapé na corrida espacial foi a URSS com o satélite Sputinik, em
Nas vizinhanças da Terra
Com exceção das missões tripuladas à Lua – todas missões americanas, realizadas entre 1969 e 1972 – nenhum astronauta ou cosmonauta foi além de algumas centenas de quilômetros de distância da órbita da Terra. Em média, a distância alcançada é de
Alguns podem argumentar que a exploração espacial nos trouxe alguns benefícios, como relógios digitais, laseres, telas de LCD, uso de energia solar, computadores e mesmo a internet. Mas será que precisávamos ir “lá fora” a um custo de bilhões de dólares, durante décadas, para ter tudo isso? É claro que não. É por isso mesmo que os americanos desistiram de continuar a explorar a Lua e mandar homens a Marte. É muito mais barato – e seguro – mandar sondas-robôs.
Por outro lado, o custo de missões espaciais, tripuladas ou não, continua alto mesmo após décadas de desenvolvimento por um motivo simples: poucos paises se arriscam nesse negócio e os poucos que o fazem, fazem sozinhos. Não agências espaciais associadas. Os EUA têm a Nasa, o Japão tem a Jaxa, a China, a CNSA, Índia, a ISRO, e a Rússia, a RKA. O que mais se aproxima de uma associação espacial supra-nacional é a ESA, a agência espacial européia. A ONU, por sua vez, não tem agência, e sim uma espécie de “departamento jurídico” dedicado a assuntos relativos ao espaço (OOSA). Os países do mundo ainda não perceberam que a cooperação internacional reduziria os custos. Além disso, a exploração nacional do espaço exterior não tem sentido, pois a ONU afirma que nenhuma nação tem direito a territórios extraterrestres.
Agora, volta-se a falar de “exploração espacial”. Estados Unidos e China prometem homens na Lua, de novo, na década de 2020 e, talvez, até, Marte, na década seguinte. Mas não será o começo definitivo da era da exploração espacial. Será fogo de palha mesmo, por que, infelizmente, ainda não estamos prontos a cooperar.
Hoje, 13 de maio, é o Dia do Automóvel. Mas, infelizmente, não há muito o que comemorar. O automóvel, que era um símbolo de status e independência tornou-se um vilão social e ecológico. Eis o resultado de um mundo sobre rodas. Há cem anos, em 1908, Henry Ford inovava com a fabricação em série de seu memorável e - por que não dizer - simpático Modelo T, o carro que motorizou a América.
UPDATE: A Honda lançou o FCX Clarity no fim de junho, apenas na Califórnia. No Japão o carro será lançado em setembro e não há previsão para vendas em demais mercados. A Califórnia foi escolhida como local de lançamento por dois motivos simples: já conta com uma pequena rede de postos de hidrogênio e, mais importante, tem uma das maisseverasavançadas legislações ecológicas do mundo e novos limites de emissões entram em vigor a partir de 2009.
Acreditem. O site Victims of Children (vítimas de crianças??) aparentemente se trata de uma organização que luta contra a ganância de uma minoria irreligiosa que estaria voltada a destruir o trabalho de Deus. Hã????
Vamos por partes. Primeiro vou tentar me reservar apenas a relatar o que esse site propõe e admito ter esperança, ainda que ínfima, disso não passar de sarcasmo.
Esse site alega que a Igreja já gastou mais de $2,000,000,000.00 em litígios, devido a infinidade de processos impetrados contra ela, envolvendo aquelas acusações de pedofilia que todo mundo já sabe. Isso estaria desfalcando os fundos da Igreja destinados aos serviços de caridade. Um dinheiro que estaria sendo roubado de Deus.
Continuando, eles alegam ser os padres as reais vítimas e que são julgados por mentiras e calúnias advindas de oportunistas que só visam arrancar dinheiro. A organização pretende levantar fundos aceitando doações e dar todo o suporte aos padres, principalmente os que estão sob acusações infundadas.
“Enfrentemos os fatos, com Deus como nossa testemunha, nós somos as vítimas“.
Tá lá.
Suck this mango!
PS:o vídeo foi feito antes do nefasto movimento Victims of Children. Isso é o que eu chamo de humorismo profético.

Eu estou feliz ao me juntar com vocês hoje naquilo que passará para a História como a maior manifestação pela liberdade em nossa nação.
Um século atrás, um grande Americano, à sombra de quem estamos hoje, assinou a Proclamação de Emancipação. Este momentoso decreto tornou-se um farol de esperança para milhões de escravos Negros que estavam sendo queimados pelas chamas de uma injustiça devastadora. Foi o começo de um alegre amanhecer que pôs fim à longa noite do cativeiro.
Mas, cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida dos Negros ainda é tristemente acorrentada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos depois, o Negro ainda vive numa ilha solitária de pobreza em meio a um vasto oceano de prosperidade. Cem anos depois, o Negro continua esquecido, às margens da sociedade americana e exilado em sua própria pátria. Então nós estamos aqui hoje por causa destas condições dramáticas.
De certa forma, viemos à Capital da Nação para descontar um cheque. Quando os arquitetos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de Independência, eles estavam assinando uma nota promissória que seria herdada por cada americano. Esta nota era a promessa de que todos os homens, sim, tanto negros quanto brancos teriam “os Direitos inalienáveis” à “Vida, à Liberdade e à procura da Felicidade”. É obvio hoje que a América está em dívida por causa dessa promissória, pois seus cidadãos de cor estão preocupados. Em vez de honrar essa sagrada obrigação, a América deu ao povo Negro um cheque ruim, um cheque que voltou por “falta de fundos”.
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça foi à falência. Nós nos recusamos a acreditar que não há fundos sob os céus de oportunidade desta nação. Então, nós estamos aqui para sacar esse cheque, um cheque que nos dará as riquezas da liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos a esse local sagrado para lembrar a América da ameaçadora urgência deste momento. Não é hora de se dar ao luxo de abafar tudo ou de tomar a droga tranqüilizante do gradualismo. Agora é hora de realizar as promessas de democracia. Agora é hora de caminhar, e sair do profundo e obscuro vale da segregação em direção à iluminada estrada da justiça racial. Agora é hora de tirar nossa nação do atoleiro da injustiça racial e levá-la à sólida rocha da fraternidade. Agora é hora de fazer justiça para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação ignorar a urgência deste momento. Este verão escaldante do legítimo descontentamento Negro não passará até que haja um revigorante outono de liberdade e igualdade. Mil novecentos e sessenta e três não é um fim, mas um começo. E aqueles que acreditam que o Negro precisa apenas desabafar serão tomados de sobressalto se a nação voltar aos negócios como costuma fazer. E não haverá descanso nem tranqüilidade na América até que os Negros recebam seus direitos de cidadania. Os tornados da revolta continuarão a abalar os alicerces de nossa nação até o dia iluminado em que a justiça emergirá.
Mas há uma coisa que quero dizer ao meu povo, que está às sombras das colunas que levam ao palácio da justiça: no processo para ganhar um lugar que é nosso de direito, não podemos ser culpados por ações equivocadas. Não podemos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo do copo do ódio e do desprezo. Nós sempre devemos conduzir nossa luta através dos elevados padrões da disciplina e da dignidade. Não podemos permitir que nossos protestos criativos se degenerem em violência física. Eu insisto: devemos subir às majestosas alturas com a união da força física com a força espiritual.
A nova e maravilhosa militância que reuniu a comunidade negra não pode nos levar a desconfiar de todos os brancos. Pois muitos irmãos brancos, como evidenciado pela sua presença aqui hoje, vieram a perceber que seus destinos estão amarrados aos nossos. E eles viram que a liberdade deles está limitada pela nossa liberdade.
Não podemos caminhar sozinhos.
E enquanto caminharmos, temos que jurar solenemente que sempre marcharemos à frente.
Nós não poderemos voltar.
Há aqueles que perguntam aos defensores dos direitos civis: “Quando você ficará satisfeito?”. Nós nunca ficaremos satisfeitos enquanto os Negros forem vítimas dos horrores inenarráveis da brutalidade policial. Nós nunca ficaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, cansados pelas fadigas de uma viagem, não encontrarem alojamento nos motéis das estradas ou nos hotéis das cidades. Nós nunca ficaremos satisfeitos enquanto o único progresso que um Negro poderá fazer é se mudar de um pequeno gueto para outro maior. Nós nunca ficaremos satisfeitos enquanto as nossas crianças forem despidas de sua identidade e roubadas em sua dignidade por uma placa que diz: “Apenas para Brancos”. Nós nunca ficaremos satisfeitos enquanto um Negro no Mississipi não possa votar e outro em Nova York não veja motivos para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e não seremos satisfeitos até que “haja tanta justiça quanto as águas de uma enchente e que a honestidade seja como um rio caudaloso.”
Eu sei que alguns de vocês chegaram aqui após passarem por grandes julgamentos e tribulações. Alguns de vocês acabam de sair de celas estreitas. E alguns vieram de áreas onde o seu clamor – o clamor pela liberdade foi rebatido violentamente pelas tempestades de perseguição e derrubado pelos ventos da brutalidade policial. Vós sois os veteranos do sofrimento criativo. Continuai a trabalhar com fé, pois o sofrimento imerecido é redentor. Voltem ao Mississipi. Voltem ao Alabama. Voltem à Carolina do Sul. Voltem à Geórgia. Voltem à Louisiana. Voltem às favelas e guetos das cidades do Norte sabendo que de alguma forma essa situação pode e deve ser modificada.
Eu vos digo que não iremos cair no vale do desespero, meus amigos.
E mesmo ao encontrar dificuldades hoje ou amanhã, eu ainda tenho um sonho. Um sonho profundamente ligado ao sonho americano.
Eu tenho um sonho de que um dia esta nação se levantará e viverá de acordo com o verdadeiro significado desta crença: “Nós consideramos estas verdades auto-evidentes, de que todos os homens foram criados iguais.”.
Eu tenho um sonho de que um dia, sobre as colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos senhores de escravos sentar-se-ão à mesa da irmandade.
Eu tenho um sonho de que um dia até mesmo o Estado do Mississipi, um estado desolado pelo calor da injustiça e devastado pelo calor da opressão será transformado num oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho de que um dia meus quatro filhos pequenos viverão numa nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter.
Hoje eu tenho um sonho!
Eu tenho um sonho de que um dia lá no Alabama, com seus racistas viciados e seu governador falando em “interposição” e “nulificação” – um dia lá no Alabama, garotos e garotas negros poderão dar as mãos aos garotos e garotas brancos e agir como irmãos e irmãs.
Hoje eu tenho um sonho!
Eu tenho um sonho de que um dia “todos os vales serão aterrados e todos os morros e montes serão aplanados; os terrenos cheios de altos e baixos serão planos e as regiões montanhosas virarão planícies. Então o Senhor revelará a sua glória e toda a humanidade a verá.”.
Esta é a nossa esperança e esta é a fé que eu levarei de volta comigo para o Sul.
Com esta fé nós seremos capazes de extrair da montanha do desespero a rocha da esperança. Com esta fé seremos capazes de transformar os desafinados acordes de nossa nação em uma belíssima sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós seremos capazes de trabalhar juntos, de rezar juntos, de lutar juntos, de sermos presos juntos, de esperar pela liberdade juntos, sabendo que nós seremos livres um dia.
E este será o dia – será o dia em que todos os filhos de Deus cantarão isto com um novo significado:
Minha pátria és tu, doce terra de liberdade, eu vos canto.
Terra onde meus pais morreram, terra de orgulho dos Peregrinos,
Em cada montanha, deixe a liberdade ecoar!
E se a América é uma grande nação, isto deve ser verdade.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu-se o sino da liberdade."
E quando isto acontecer, quando deixarmos a liberdade ecoar, quando deixarmos a liberdade ecoar em cada vila e em cada aldeia, em cada estado e em cada cidade, quando todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, católicos e protestantes, serão capazes de juntar as mãos e cantar as palavras do velho cântico negro:
Livres enfim! Livres enfirm!
Graças a Deus Todo-Poderoso, Livres enfim!

Astrônomos descobrem o maior diamante de todos os tempos no espaço. O peso dessa rocha preciosa é de mais de 10 bilhões de trilhões de trilhões de quilates - ou 2,5 milhões de trilhões de trilhões de quilos (aproximadamente).
O diamante espacial é um enorme amontoado de carbono cristalizado, com 4 000 quilômetros de diâmetro. Situa-se a uma distância de 50 anos-luz, na Constelação do Centauro.
Cientistas acreditam que o diamante é o núcleo de uma estrela semelhante ao Sol que se extinguiu há muito tempo. Os astrônomos chamaram a gema espacial de Lucy, em homenagem à música 'Lucy in the Sky with Diamonds'.
Eis algumas pérolas fundamentalistas que circulam pelos foruns de discussão norte-americanos:Gravidade? Isso não existe. Se um corpo com massa tem qualquer influência sobre outro, então as pessoas deveriam orbitar as montanhas; uma nave espacial também deveria ter astronautas orbitando-a. Esse é o mito da gravidade. Cientistas querem que a gente acredite que o Sol tem uma gravidade forte o bastante para manter um planeta como Netuno ou Plutão em órbita, mas não é forte o bastante para manter a Lua em sua órbita? Por quê? Eu acho que o que acontece é o seguinte: estes objetos no espaço não foram tocados pelo homem e, portanto, não carregam pecado. Este, porém, não é o caso da Terra, onde vemos o impacto do pecado transferido para objetos materiais. Quanto mais pecado, mais pesado um objeto é.Aí é que eu pergunto: O que há de mal com a gravidade? Que pecado pode cometer um planeta? Pobre Plutão...
[sobre uma garota com doença mental congênita]E que pecados um bebê pode cometer na barriga da mãe? E como ela pode se arrepender de algo que nem sabe se fez? Pobre garota...
Esta garota é como o leproso, então o que ela deve fazer é tentar buscar deus
Se ela realmente acreditar que pode ser curada, ela será curada.
Muitas aflições são causadas por pecados cometidos dentro do útero. (sic - grifo nosso) Se ela se arrepender do que fez, deus irá recebê-la e fará ela tão humana quanto eu ou você. Mas se ela escolher não, ela será sempre assim.
Deus prova cada um de nós.
Honestamente, eu não me importo com seus direitos. Por mim, todos os ateus poderiam ser queimados em praça pública ou jogados num rio com pesos presos às suas pernas ou postos diante do esquadrão de fuzilamento.Ah, a tolerância cristã simplesmente me comove!!
Uma mulher quer abortar após um estupro! Ela devia pensar antes de andar desacompanhada por esses becos escuros. (...) Ela devia ter ficado em casa onde é mais seguro.
[sobre uma menina de 11 anos que foi estuprada e enterrada viva]Realmente, o deus misericordioso nos ensina de modo muito didático! Ele só quer nos dar um susto... Tadinho, é tão imaturo...
deus sacrificou essa criança para nos ensinar. Como ele fez com seu próprio filho. Que bela dádiva ele nos deu!
Cristão: Uma mulher para presidente é uma má idéia. Hillary para presidente é pior ainda. Por que você acha que a América nunca teve uma presidente?
Resposta ateísta: Você poderia estender tal lógica para as pessoas negras, pois também não tivemos presidentes negros. De qualquer modo isso seria incrivelmente insensível e estúpido.
Cristão: Tão estúpido quanto você pensa, mas eu concordo. Negros nunca devem estar no poder. Eles deviam é ser mandados de volta para a escravidão.Depois de uma resposta que seria capaz de comover Adolfinho, é melhor parar. Mas se você quiser continuar, por sua conta e risco, clique aqui (em inglês)