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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Radical Chic

Se você se acha o fodão só porque sabe fazer alguns truques com a sua bicicleta, lembre-se que esse esporte radical foi inventado no tempo do seu bisavô (ou tri, dependendo da tua idade). Se você não acredita, o tio Edison registrou alguns dos primeiros truques ciclísticos com seu kinetoscópio na virada do século XIX para XX — uma época em que tanto cinema quanto bicicletas eram o máximo da tecnologia em termos de entretenimento. 

Os truques em si são um tanto toscos, mas é bom lembrar que aqueles ciclistas foram os pioneiros na arte de manobrar as magrelas. Ninguém sabia ainda muito bem o que fazer ou como fazer — afinal não havia nem rampas nem algo que se assemelhasse ao YouTube, onde é possível aprender alguns truques com gente que se dispõe a ensiná-los.

Destaque para o cavalheiro mané que tenta passar por um looping nos 30 segundos finais. O resultado é cômico e parece coisa de comédia pastelão, mas deve ter sido um tanto sério. É uma pena que, apesar do zumbido típico de um velho projetor, não haja nenhuma trilha sonora engraçadinha.




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[vi no bookofjoe, que viu no excelente Open Culture]

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Michelangelo #LikeABoss


Às vezes, até um gênio como Michelangelo tem que lidar com a idiotice de um chefe:
Eu não posso omitir uma história um tanto infantil que Vasari conta sobre o David. Após ele ter sido colocado em seu pedestal diante do palácio, e enquanto o andaime ainda estava lá, Piero Soderini, que amava e admirava Michelangelo disse-lhe que achava que o nariz era muito largo. O escultor imediatamente correu escada acima até alcançar a altura dos ombros do gigante. Ele, então, pegou seu martelo, seu cinzel e, soprando um pouco de pó de mármore que levara na palma da mão, fingia trabalhar uma porção do nariz. Na verdade, ele o deixou como o havia encontrado. Mas Solderini, vendo o pó de mármore espalhado pelo ar, pensou que sua dica havia sido aceita. Assim, quando Michelangelo virou-se para ele lá de cima e disse “Veja só!”, Solderini respondeu gritando “Eu me sinto muito agradecido com isso. Você deu vida à estátua.” – John Addington Symonds, The Life of Michelangelo Buonarroti, 1893
E eu, da minha parte, não posso omitir um vídeo um tanto pitonesco, que talvez seja baseado nessa anedota:

domingo, 24 de julho de 2011

Um museu vivo dos refrigerantes


Nesta era de globalização, quando os longos — e, vamos admitir, deliciosos — tentáculos da Coca-Cola ou da Pepsi alcançam até os lugares mais remotos do mundo, a Galco Soda Pop Stop é um lugar único. Nesse mercadinho cabe uma imensa variedade de marcas de refrigerante artesanais ou vintage, vindos de todos os cantos dos Estados Unidos e de lugares tão distantes quanto a Romênia. 

domingo, 17 de julho de 2011

A última canção

Enquanto está sendo desativado (ou morto) em 2001: Uma Odisseia no Espaço, o computador HAL começa a cantar “Daisy Bell”. É uma cena clássica:


A letra da música é singela:
Daisy, Daisy, give me your answer do,
I’m half crazy, all for the love of you.
It won’t be a stylish marriage–
I can’t afford a carriage–
But you’ll look sweet upon the seat
Of a bicycle built for two.

De certo modo, isso é uma ironia poética. Durante uma visita ao Bell Labs em 1961, o autor de ficção científica Arthur C. Clarke (1917-2008) havia testemunhado uma apresentação do primeiro computador a cantar. O físico John Kelly (1923-1965) havia programado um IBM 704 para cantar através de um sintetizador de voz. O nome da canção era “Daisy Bell”.

domingo, 3 de julho de 2011

O homem do pudim de ameixas

Em 1805, o então futuro poeta romântico francês Émile Deschamps (1791-1871) recebeu um pudim de ameixas de um estranho, o Monsieur de Fontgibu.

Dez anos depois, Deschamps pediu um pudim de ameixas em um restaurante de Paris. Polidamente, o garçom lhe explicou que o último pudim já havia sido servido para outro freguês — ninguém menos que o M. de Fontgibu.

Dezessete anos mais tarde, em 1832, Deschamps novamente recebeu um pudim de ameixas de presente. Ele havia começado a contar aos seus amigos sobre estranhas coincidências que o prato lhe trazia quando, por engano, um homem entrou na sala onde estava... Sim, senhoras e senhores, era ele mesmo: M. de Fontgibu!

“Três vezes na minha vida eu comi pudim de ameixas e nas três vezes eu vi o M. de Fontgibu!”, exclamou Deschamps, irado (e esquecendo-se de que não comeu o segundo pudim). “Na quarta vez eu seria capaz de fazer qualquer coisa! ou de não fazer nada...”

Até hoje, ninguém sabe ao certo quem foi M. de Fontgibu. Mas a história já rendeu pelo menos um curta-metragem (rodado em inglês e holandês):

M. de Fontgibu & the plum pudding from Prosper de Roos on Vimeo.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

4 anos em 4-D


Eu realmente não queria deixar passar em branco uma data tão quadrática. Quatro anos em 4-D não se repetem. No entanto, eu não tenho muito a dizer (não precisam fugir, eu não sou como o Fidel Castro quando uso essa frase). 

Sinto-me muito feliz por enfim poder saber não apenas que tenho leitores mas por poder conhecê-los. Apesar de já ter aparecido em grandes agregadores de conteúdo, como Ocioso e Uêba, não me importo muito com o número do leitores. O que me importa são os que ficam e acompanham ou os que, mesmo de passagem deixam algum comentário, qualquer que seja. No momento em que escrevo, a página do hypercubic no Facebook conta com 50 fãs e 4 me acompanham através do Google. Eu gostaria de dizer que vocês são muito importantes mesmo pra mim. São motivos para eu continuar aprofundando cada vez mais as dimensões deste espaço.

Ooops, parece que já estou me alongando... #fidelfeelings

sábado, 5 de março de 2011

Antimanual: Como NÃO resgatar uma picape

O que fazer quando sua querida picape cabine-dupla te trai e capota logo em um lago congelado? Bem, primeiro o veículo não deve afundar. Caso contrário você morre e aí não dá pra salvar nada mesmo.

Se você sobreviver, seria melhor não se preocupar com mais nada: é melhor deixar estar até que as condições favoreçam um resgate (ou até que você consiga entender o que aconteceu). Mas se você for impaciente ou desesperado; se estiver com pressa ou não tiver seguro, tente ao menos procurar um operador de guincho que tenha um mínimo de bom-senso (ou não esteja bêbado). Caso contrário, quem morre é a picape:

domingo, 12 de dezembro de 2010

A Voz de Shakespeare

Embora no começo do século XVII não existissem meios para gravar o áudio de peças de teatro, ainda hoje é possível ouvir as peças de Shakespeare tal e qual eram pronunciadas quando de sua estreia. A façanha é fruto de estudos do professor Paul Meier, da Universidade do Kansas, e seus alunos de artes cênicas.

Desde outubro, o Prof. Meier trabalha em parceria com o linguista David Crystal para reencenar as peças do bardo de Avon em OP (original pronounce, ou pronúncia original). Essa é a primeira montagem de Shakespeare em OP fora do Reino Unido.

A primeira vez que isso foi feito foi em Cambridge, nos anos 1950, em uma única e especial apresentação. Mais recentes são as duas montagens foram feitas pelo Globe Theather em Londres em 2005, também realizadas com consultoria de David Crystal, autor de Pronouncing Shakespeare.

A peça escolhida pelo professor Meier para ressuscitar o inglês seiscentista é A Midsummer’s Night Dream [Sonhos de uma noite de verão]. Um trecho da peça, em linguagem original e devidamente legendado em inglês, é apresentado no vídeo a seguir:

domingo, 19 de setembro de 2010

A Incrível Memória do Pinóquio Mecânico

Em 1928, o Instituto Franklin, na Filadélfia, recebeu uma curiosa doação. Era um autômato muito engenhoso, mas de origem e autoria desconhecidas. Movido por molas e guiado por uma série de engrenagens, o homenzinho mecânico era capaz de desenhar sete figuras diferentes e escrever versinhos em inglês e francês. Mas o pequeno menino de lata estava severamente danificado, pois fora encontrado entre os escombros de uma casa incendiada —  e impropriamente vestido como uma boneca.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Um ‘Contato’ menos Imediato

Como será o momento mais importante da História da Humanidade — O Contato? Muitos contos e romances de ficção científica já tentaram imaginar. Vez por outra, como agora, em Contatos Imediatos de 4º. Grau, Hollywood retoma o tema. Mas, geralmente, os filmes centram-se mais nos extraterrestres, nos efeitos especiais e em estereótipos: um disco voador, uma abdução, um “leve-me ao seu líder” ou uma invasão-e-destruição da raça humana ou até do planeta Terra.

contact_1Baseado no romance homônimo de Carl Sagan, Contato (Contact, EUA, 1997), apresenta um ponto de vista mais polêmico, mais científico e mais humano. Mesmo ofuscado pelo lançamento de MIB – Homens de Preto, Contato foi considerado um dos melhores filmes de FC de todos os tempos. O filme, dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro e Forrest Gump), inovou também no tratamento digital de imagens, na intertextualidade com a TV e com a “atuação” do presidente Bill Clinton. Ok, é claro que o presidente não atuou. Suas aparições são imagens digitalmente manipuladas.

No elenco pra valer, uma convincente Jodie Foster é Ellie Arroway, a cientista que faz o contato e Matthew McConaughey é Palmer Joss, um líder religioso descolado e um tanto irônico, que acaba virando conselheiro espiritual do presidente. A versão cinematográfica é bastante fiel ao livro, exceto talvez pelo final.

Ao longo do filme, que tem quase duas horas e meia de duração, algo pode frustrar os fãs de abduções e discos voadores: nada disso acontece, pelo menos a princípio. Contato começa com a infância de Arroway, volta para o presente, mostra o trabalho de uma radioastrônoma, ensaia um romance entre Ellie e Palmer Joss. O contato que dá título ao filme é feito e confirmado através de radiotelescópios e seguem-se todas as consequências e reações ao contato. Há intenso debate entre os descobridores, os céticos e os líderes religiosos, políticos e militares. Por fim, descobre-se que a mensagem recebida (com surpreendentes imagens de Hitler discursando) traz muitas informações ocultas, inclusive instruções para construir uma espécie de portal interplanetário.

saganNo final do filme, porém, uma suposta viagem interplanetária termina com elementos bastante comuns aos já tradicionais contatos ufológicos: uma experiência intensa, quase espiritual — e difícil de comprovar. Como um bom filme, Contato é menos imediato e mais instigante. O espectador  ganha o benefício da dúvida na escolha do final: houve ou não contato? Se sim, até que ponto o contato foi objetivo? Se não, o que aconteceu realmente? Uma fraude em escala planetária ou uma falha técnica causada por uma tecnologia alienígena e desconhecida?

O final é ambíguo e provocador graças ao autor. Carl Sagan, que ganhou fama mundial à frente dos Programas Viking e Voyager na NASA, era sobretudo um cientista cético, mas que não deixava de admitir possibilidades. Foi ele um dos primeiros a levar a sério o estudo dos fenômenos ufológicos. O filme não chega a ter bordões, mas uma frase recorrente sempre foi atribuída a Sagan: “Se não há vida lá fora, então o Universo é um tremendo desperdício de espaço.” 

Há também uma história por trás do filme, que custou a sair. Na verdade, como havia feito na série de documentários Cosmos (PBS TV, 1980), Sagan pretendia fazer um filme e depois um livro. A ideia de Contato surgiu no começo dos anos 80, mas após comprar o roteiro a Warner fez muitas exigências: incluir o Papa como personagem, dar um filho a Ellie Arroway, inserir mais cenas de efeitos especiais. Sagan, porém, bateu o pé. Ele não queria um blockbuster. Com o roteiro que tinha, lançou Contato, o livro, em 1985. Quatro anos mais tarde, ele começou a trabalhar novamente na versão cinematográfica. Mas a Warner, que só retomou o projeto em 1993, teve dificuldades em arranjar diretores e elenco e o filme só saiu em 1997, seis meses após a morte de Sagan.

Trailer (em inglês):

domingo, 11 de julho de 2010

Como funciona o diferencial?

Ei, você já deu uma olhada debaixo do seu carro hoje? Já viu aquela "bola" que fica no meio do eixo traseiro de caminhões e de alguns carros mais antigos? Se você for curioso, já deve ter se perguntado para quê serve aquela coisa redonda no meio de um eixo.

Pois aquela "bola" é uma das peças, ou melhor, um dos sistemas mais importantes em um carro — o diferencial, que distribui de forma equilibrada a energia cinética do motor entre as rodas de um eixo (dianteiro ou traseiro). O diferencial tem esse nome por que movimenta as duas rodas em velocidades diferentes. Graças a isso (e ao sistema de direção), os automóveis podem fazer algo incrível: curvas! 

Embora pareça complexo, o conceito por trás do diferencial é muito simples.  É mais simples ainda se usarmos imagens em lugar de palavras. O vídeo a seguir — traduzido por este que vos escreve — é um verdadeiro tesouro. Foi feito nos anos 1930 pela Chevrolet norte-americana e explica o que é e como funciona um diferencial.


Hoje em dia, os engenheiros nem precisam mais se preocupar com aquele "eixo desajeitado por cima do piso". Exceto por alguns esportivos, todos os carros modernos são tracionados pelo eixo dianteiro, o que permite ainda mais espaço interno, menor altura e muito mais conforto. Mas é realmente uma pena que não se façam mais videos explicativos como esse. Isso deveria ser apresentação obrigatória nas aulas de auto-escolas.

sábado, 3 de julho de 2010

Fica a Dica (6) — Como abrir uma garrafa de vinho com um sapato

Un vidéo tutoriel en français. Pourquoi est tellement plus chic!



Tire-bouchon est pour les mauviettes!

domingo, 13 de junho de 2010

Cala a boca, Galvão!

by Mola

Os jogos do Brasil na Copa do Mundo ainda nem começaram, mas ele já está enchendo o saco. E o pessoal do twitter já está xingando. Muito. #CALA A BOCA GALVAO é o tópico mais comentado do momento no microblog. Felizmente, ninguém sabe quem (ou o quê) é Galvão lá fora. Então surgiram as mais incríveis explicaçãos pra inglês ver.

Aproveitando-se da ingenuidade (e ignorância) dos gringos, Cala-a-boca-galvão é, ao mesmo tempo, o próximo single da Lady Gaga — deixando os fãs perdidos — e campanha ecológica para salvar um raríssimo pássaro amazônico, o Silentium Galvanus. Veja:

terça-feira, 18 de maio de 2010

O Carro-mala

Depois de ver a diferença entre o estacionamento do shopping e o estacionamento no shopping, você deve achar que já viu de tudo em termos de soluções para esse problema do trânsito.

Uma solução mais séria seria apostar em carros compactos. Mas o que te vem à cabeça quando você pensa em carro compacto? VW Fox? Ford Ka? Mini? Smart? Romi-Isetta? Você ainda não viu nada, por que você não conhece o Peel P50.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fica a dica (5) — estacionamento no shopping

Sem lugar para estacionar no estacionamento do shopping? Então tente estacionar no shopping. Veja  como no vídeo a seguir (em inglês):



“Eu coloco [o cumpom] em qual urna?”

Totalmente OWNED! Só não tente fazer isso com uma Brasília 78 fumacenta e barulhenta — aí seria um EPIC FAIL.

vi no haha.nu.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

10 lições de ceticismo em Scooby-Doo

scooby-doo-skeptic3
  1. Ceticismo pode ser divertido;
  2. Uma alegação paranormal é sempre um mistério a ser resolvido;
  3. Não importa o tamanho da loucura da alegação, alguém sempre vai acreditar nela;
  4. Ver não significa crer;
  5. Acreditar em alguma coisa não a torna verdadeira;
  6. Pessoas criam farsas por todos os motivos possíveis;
  7. Testemunhas e pesquisadores podem estar envolvidos na farsa;
  8. Falsários são geralmente motivados pelo dinheiro;
  9. Centenas de mistérios do mesmo tipo acabam sempre sendo falsos;
  10. Uma explicação baseada no mundo real é mais provável do que uma ideia sobrenatural.
Agora, para comprovar nossas lições, vamos ver um episódio de Scooby-Doo: O Dia das Bruxas de Scooby-Doo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fala que eu desmonto!

Wagner Montes apresenta o Balanço Geral na TV Record do Rio de Janeiro. Parece que as sessões de descarrego não funcionam e ele anda balançando demais:



Não liga não, seu Pedir Maiscedo Edir Macedo. Não é nada que você possa fazer uma mega-campanha de arrecadação na Universal pra comprar dois parafusos abençoados.

Pra quem não sabe, o Wagner Montes teve a perna direita amputada após um acidente de moto em 1981.

Como era de se esperar, ele não tem diploma. Montes também atua na política — onde, afinal, não se precisa de diploma — e é deputado estadual no Rio pelo partido do Brizolla PDT desde 2007. É cotado como candidato ao governo do Estado nas eleições deste ano. Imaginem o que ele vai ser capaz de fazer com esse comportamento infantil quando chegar ao Palácio das Laranjeiras...

E ainda tem fluminense que não sabe por que o seu querido Rio de Janeiro só dá pra trás. Tem povo que é cego!

PS: a gente nem precisa fazer campanha a favor do diploma de jornalista. O desempenho, a seriedade, a isenção e o sensacionalismo dos sem-diploma já são argumentos suficientes a nosso favor.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Sagan e o Google

Neste trecho da clássica série Cosmos, Carl Sagan nos dá uma idéia da relação entre o infinito e números grandes como 1 milhão, 1 bilhão, 1 google (ou googol, como se escrevia na época) ou 1 googleplexo. Num momento hilário, ele mostra o resultado de tentar escrever 1 googleplexo por extenso (literalmente por extenso):



Carl Sagan foi o maior divulgador científico do século 20 e, ao lado de nomes como Albert Einstein e Richard Feynman, ainda é um dos cientistas mais pop da História. Astrônomo de formação, Sagan tornou-se famoso no meio científico como pioneiro do campo da exo- ou astrobiologia (estudo da vida fora da Terra). Ele descobriu e explicou os motivos das altas temperaturas de Vênus: um efeito estufa de larga escala. Pacifista, lutou pelo desarmamento nuclear e passou boa parte da vida alertando o planeta sobre as ameaças fatais da guerra nuclear e do efeito estufa.

Tornou-se reconhecido pelo público por sua vasta bibliografia e por um bordão da série Cosmos que sempre negou, mas acabou admitindo e virou título de seu último livro: "Bilhões e Bilhões" (com ênfase no B). Era um ateu moderado, com um profundo senso de humanismo.

sábado, 28 de novembro de 2009

Lula & Dilma em: "Crepúsculo"

Depois de lançar sua cineautobiografia barata — só R$ 12 milhões —, às vésperas de um ano eleitoral, a Lulla Productions já tem seu lançamento para 2010: O Crepúsculo do Lula. Como não podia deixar de ser, é mais uma obra eleitoreira.

Dilma, que não é nada Bella, é uma candidata insegura e sem-graça, que vive com medo da oposição. Ainda assim é a escolhida pelo "cara". Com participações especiais de Lulla, Serra, Aécio e a notável ausência de Marina Silva, O Crepúsculo do Lula é "melhor que o filme do Pelé", segundo o renomado crítico  Rubens Ewald Filho, José Wilker, Chaves. Segue o trailer:



Mais uma peça de humor crocante do Galo Frito!

domingo, 8 de novembro de 2009

O Toque de um Ateu

Paródia da série “O Toque de um Anjo”. A desconversão de um crente no leito de morte feita pelo grande humorista (e ateu) George Carlin. O quadro foi veiculado pela MAD TV, a versão televisiva da divertidíssima — e ácida — revista MAD.



Para quem não sabe, Carlin foi o primeiro comediante norte-americano a falar palavrões na TV, no começo dos anos 70. Mesmo após os liberais anos 60, boa parte do pudico público americano ficou chocada. Carlin foi julgado — e, dado os motivos do julgamento, ele também teve que falar palavrões num tribunal — e acabou preso, por alguns meses, por causa dessa polêmica hipócrita. Graças a ele, porém, é que surgiram seriados e humorísticos "da pesada" como South Park.

Infelizmente, Carlin morreu no ano passado, vítima de câncer.

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