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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Dead-line (literalmente)


Em seus primeiros dias como repórter no Columbus Dispatch, onde trabalhou entre 1921 e 1924, o futuro escritor e cartunista americano James Thurber (1894-1961) recebeu um importante conselho de seu editor: “escreva leads dramáticos para suas matérias.”

Com o conselho em mente, Thurber escreveu a seguinte introdução para um caso de assassinato: “Morto. Assim estava o homem quando o encontraram com uma faca nas costas às 4 da tarde em frente ao Riley’s Saloon na esquina das ruas 52 e 12.”

Jornalismo literário é para os fracos.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Em uma palavra [56]

pulcrícamo
adj. aquele(a) que tem belos cabelos [do latim pulchrum = belo, formoso + coma = cabelo, cabeleira, cabeludo, cabelada...]. “Sua PULCRÍCAMA!”

SUA LINDA! é para os fracos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eletroterapia intensiva

Mr. Samuel Leffers, do condado de Carteret, na Carolina do Norte, sofria com uma paralisia na face, especialmente nos olhos. Enquanto ele estava andando para sua casa um raio derrubou-o, deixando-o desacordado. Vinte minutos mais tarde, ele voltou a si, mas só conseguiu recobrar seus movimentos à noite. No dia seguinte, ele se encontrava perfeitamente curado e agora era capaz de escrever sem o uso de espetáculos [óculos].
The Cabinet of Curiosities [O Gabinete de Curiosidades], 1824.

Mr. Leffers não sobreviveu: ele pegou no tranco. E cirurgia oftalmológica a laser é para os fracos.

sábado, 3 de julho de 2010

Fica a Dica (6) — Como abrir uma garrafa de vinho com um sapato

Un vidéo tutoriel en français. Pourquoi est tellement plus chic!



Tire-bouchon est pour les mauviettes!

sábado, 26 de junho de 2010

Cartas na manga

cartas na mesa
Uma pequena fortuna para os canadenses do séc. XVIII

Cartas de baralho eram usadas como papel-moeda nos primórdios do Canadá. Em 1685, o intendente da feitoria francesa em Quebec percebeu que não tinha dinheiro para pagar suas tropas e "sem saber para que santo fazer as minhas preces, ocorreu-me a ideia de pôr em circulação notas feitas de cartas, cada uma cortada em quatro pedaços; e eu lancei uma ordem comandando todos os habitantes a recebê-las em pagamento."

Surpreendentemente, o plano funcionou muito bem e com uma nova falta fundos no ano seguinte, as cartas de baralho voltaram a circular como dinheiro. O sistema monetário improvisado com baralho continuou em uso de forma intermitente durante mais de 70 anos. Apenas o caos da Guerra dos Sete Anos (quando a França perdeu o domínio dobre o Canadá) foi capaz de embaralhar as coisas e tirar as cartas de circulação.

Faculdade de economia é para os fracos!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Atropelada pelo Google

googleTruck3 Após ser atingida por um carro enquanto cruzava uma rodovia, uma habitante de Utah, nos Estados Unidos, abriu um processo contra o motorista do carro — e contra o Google também. Afinal, foi o sabe-tudo que disse a ela para cruzar a estrada.

A ação judicial afirma que o Google deveria saber que as orientações que ele deu (quando ela acessou o Google Maps pelo telefone celular) mandaram-na descer até uma rodovia com veículos trafegando em alta velocidade e sem passarela. E que, portanto, era dever do buscador universal alertá-la, em vez de mandá-la seguir um "caminho perigoso" onde houve o acidente, que fez ela morrer de dores e sofrimento — e custou-lhe espantosos 100.000 dólares em despesas médicas. Será que a plástica foi incluída?

O advogado dela disse que a mídia vem sendo injusta ao apresentá-la como alguém que agiu estupidamente, ignorando a própria segurança e o senso comum.

Entretanto, o Google jamais deixou de alertar ninguém quanto a segurança (ou falta de) em rotas para pedestres. "Versão beta da rota a pé. Seja cuidadoso – Este trajeto pode não ter calçadas ou caminhos de pedestres." é o aviso que se vê ao buscar direções para caminhadas.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Radialismo FAIL!

Morre Lombardi. Perde-se o locutor mas não se perdem piadas do tipo:
A morte foi atrás do Silvio e ele disse: "É com você, Lombardi, oeê!".

Infame mesmo foi a "homenagem" prestada por um locutor da rádio Gravatá ao informar seus ouvintes da morte da voz do SBT. Utilizando-se de um apurado faro jornalístico e da sofisticada técnica da "recortagem virtual" — num oferecimento da agência de notícias Gillete-Press —, o colega de trabalho do Lombardi simplesmente usou a "Descipédia" (sic) como fonte.



Para quem está boiando — se é que isso é possível —, a Desciclopédia é uma hilária paródia da Wikipédia. Mas o experiente locutor não soube distingui-las e certamente clicou no primeiro link que achou.

Apuração é trabalho para os fracos.

Uma prova viva de que o diploma de jornalismo é desnecessário.

Esse locutor é um Sedentário mesmo...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Direto no Público-Alvo!

Certa vez, há muito tempo, um florista nova-iorquino chamado Max Schling colocou um anúncio classificado no New York Times. A diferença é que o anúncio era inteiramente taquigrafado.

Isso não era pão-durismo de Mr. Schling — um anúncio no NYT nunca foi lá muito barato. Na verdade, era uma jogada de marketing. Centenas de empresários leram o anúncio cheio de abreviaturas e, curiosos, pediram uma "tradução" para suas secretárias.

O anúncio dirigia-se justamente às secretárias e dizia, simplesmente:

"Quando precisar de flores para a esposa do chefe, lembre-se do Florista Schling".

Faculdade de publicidade e propaganda é para os fracos.

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