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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Haja Monograma!

Em 1960, o graduando de Cambridge Ron Hall anunciou uma descoberta que ele chamou — bastante  obvia e modestamente — de Lei de Hall: “Para qualquer grupo suficientemente grande de pessoas, o número médio de iniciais possuídas pelos membros de tal grupo é uma medida direta da classe social predominante do grupo.”

Com a ajuda daquela maravilha tecnológica chamada computador, Hall fez uma análise da aristocracia inglesa e percebeu que os duques têm, em média, quatro nomes; os marqueses, 3,96; condes, 3,92; barões, 3,53; baronetes, 3,49; viscondes 3,41 e cavalheiros geralmente têm apenas 3,06 iniciais.

Entre os exemplos contemporâneos Hall citava J.S.B.L., John Selwyn Brooke Lloyd (1904-1978), então Ministro do Exterior do Reino Unido e H.T.N.G., Hugh Todd Naylor Gaiskell (1906-1963), então líder da oposição britânica.

Casos mais notáveis são os do Honorável Almirante Reginald Aylmer Ranfurly Plunket-Ernle-Erle-Drax (R.A.R.P-E-E-D., 1880-1967), filho mais novo do Barão de Dunsany e comodoro durante a II Guerra Mundial e do Major Leone Sextus Denys Oswolf Fraudatifilius Tollemache-Tollemache de Orellana Plantagenet Tollemache-Tollemache (L. S. D. O. F. T-T. de O. P. T-T, 1884-1917), que tombou de gripe na I Guerra Mundial e possivelmente teve o mais longo sobrenome inglês.

Embora não haja nobreza nos Estados Unidos, a pesquisa repercutiu na imprensa americana. Um dos jornais foi particularmente irônico em relação a Mr. Tollemache-Tollemache de Orellana Plantagenet Tollemache-Tollemache: “Seria interessante saber como os pais do major o chamavam em seus anos de meninice.”

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Será que era só um cafezinho?

Sexauer [que, como você vai perceber, pronuncia-se da mesma forma que “Sex Hour”] é um nome alemão comum, referente aos naturais de Sexau, no sul da Alemanha. Procurando por um Mr. Sexauer, um homem de Washington ligou para o Comitê de Comércio Interestadual e Internacional do Senado. Tentando ajudá-lo, uma funcionária ligou para o Comitê de Finanças e Bancos através de ligação interna e perguntou, educadamente: “Você tem algum Sexauer por aí?”
“Ouça”, disse a telefonista da outra repartição, com um suspiro. “Nós não temos mais nem uma pausa de dez minutos para o café.”
— Elsdon C. Smith, Treasury of Name Lore [Tesouro da Tradição Oral dos Nomes], 1967

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Contra a parede

Isso é o que se pode chamar de uma trollagem romântica:
Uma lady, que ficou lisonjeada após ter seu nome usado para a denominação de uma rosa, mudou de ideia ao ver a descrição da rosa em um catálogo botânico. Contra seu nome, dizia-se: “tímida em uma cama, mas bastante vigorosa contra uma parede.” — Leslie Dunkling, The Guiness Book of Names, 1993

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Aquele tal de Miswaldo

Em 1944, um juiz de San Francisco recusou-se a permitir que Tharnmidsbe L. Praghustspondgifcem mudasse seu nome.

O motivo para o veto judicial é que Mr. Praghustspondgifcem queria passar a ser conhecido como Miswaldpornghuestficset Balstemdrigneshofwintpluasjof Wrandvaistplondqeskycrufemgeish. 

O homem por trás desses nomes não era indiano: seu nome de batismo era Edward L. Hayes. Miswaldo (para abreviar o segundo nome) havia pedido a primeira mudança de nome em junho de 1942 para “melhorar meus negócios e minhas relações econômicas”. Evidentemente ele deve ter percebido que não se esforçou o bastante da primeira vez.

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