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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Crazy Frog

sapoajuda

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Prevenção de Suicídios FAIL!

Poderia haver melhor conselho para demover alguém do auto-assassinato?
Se você está pensando em cometer suicídio, assegure-se de tomar o seguinte cuidado: use balas novas. Balas velhas são infestadas com germes que podem infeccionar a ferida e te matar. Se você usar balas novas, pode se recuperar de uma tentativa de suicídio. — Modern Mechanix, Set. 1931
Ah, e se o revólver falhar, lembre-se de esterilizar a faca ou limpar o forno...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Menos é Mais

Mark Twain recebeu certa vez um telegrama de um editor com um pedido:
PRECISO CONTO CURTO, 2 PÁGINAS, DOIS DIAS.
Twain respondeu com outro telegrama:
NÃO POSSO FAZER 2 PÁGINAS DOIS DIAS. POSSO FAZER 30 PÁG 2 DIAS. PRECISO 30 DIAS PARA FAZER 2 PÁG.
O pior é que Twain tem razão. É muito mais fácil exercer a fabulosa arte da prolixidade do que a austeridade vocabular.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Multifuncional para a cozinha (1952)

Anúncio encontrado na edição de setembro de 1952 da Collier’s Magazine (via Modern Mechanix):

general_fridge

Naquela época, os anúncios de eletrodomésticos se limitavam apenas a descrever o produto e nem de longe ofendiam sua inteligência com frases de efeito apelativas.
COZINHE e LAVE em seu REFRIGERADOR!
Cozinha completa em 5 pés quadrados [meio metro quadrado??]. Combina refrigerador, pia, três bocas de gás, e gaveta para panelas. Disponível com queimadores elétricos, 220 ou 110V. Também sem pia. 5 anos de garantia.
General Air Conditioning Corp.
Vendas e serviços para todo o país
Para detalhes, onde comprar, escreva: 4530 E. Dunham St. • Los Angeles 23, Calif. Escritório em Chicago: Dept. 6, 323 W. Polk Street
Estranho como algo tão genial simplesmente não pegou. O fato é que as cozinhas americanas sempre tiveram espaço de sobra e pouco depois o microondas e os restaurantes fast-food praticamente matariam o fogão em muitos lares — mas ainda não criaram um combo micro/pia/geladeira que sirva de brinde no McDonald’s...

sábado, 18 de setembro de 2010

Arte Crítica e os Críticos de Arte

Será que um artista pode fundar uma escola de arte mesmo sem querer? Em 1924, irritado com a falta de discernimento dos críticos de arte diante de todo aquele hype modernista, o escritor e jornalista norte-americano Paul Jordan-Smith (1885-1971) convenceu-se de que "os críticos louvariam qualquer coisa ininteligível."

Para provar que estava certo, ele criou o que poderia ser chamado de uma meta-obra-de-arte-crítica. Paul, que jamais havia pintado na vida, pegou umas tintas velhas, uma brocha, uma tela com defeito e, "em poucos minutos espalhei os traços crus de uma selvagem assimétrica segurando o que deveria ser uma estrela-do-mar, mas que saiu como uma casca de banana." Depois, ele mudou seu penteado, apresentou-se como Pavel Jerdanowitch e mostrou a obra "Exaltation" a um grupo de artistas de Nova York. Pavel dizia fazer parte de uma nova escola, chamada Dessombracionismo.

"Exaltation" (1924): Estrela-do-mar FAIL é hype WIN.

Os críticos adoraram o estilo de Jerdanowitch e acabaram fazendo o que Jordan-Smith menos queria: criaram um hype em cima dele.  O pintor polonês (ou checo? ninguém nem se importou em saber quem era o cara) foi considerado um visionário e o dessombracionismo era uma revolução.

"Jerdanowitch", ou melhor, Jordan-Smith, expôs a pintura na galeria do Waldorf Astoria. Durante os dois anos seguintes, ele apareceu com pinturas cada vez mais fora do comum, exibidas em Chicago, Boston e Buffalo (a cidade, não o animal), comentadas e elogiadas até nos jornais de arte de Paris:
Um explorador de espírito inquieto, ele [Jerdanowitch] não se contenta com os caminhos pisados. Ele fez alguns belos retratos, depois alguns trabalhos muito estranhos, simbólicos e originais: Exaltation, Illumination, Admiration. Suas composições bastante pessoais, onde o artista representa coisas pela simbolização de sentimentos de seu próprio ponto de vista, o que o põe entre os melhores artistas do avant-garde com uma fórmula que exclui qualquer banalidade.

— L'Art Contemporain: Livre d'Or [A Arte Contemporânea: O Livro de Ouro] (Éditions De La Revue du Vrai et du Beau, Paris, 1927), pp 85-86

Ele acabou confessando a verdade em uma entrevista para o Los Angeles Times em 1927. E parece que o autor estava certo em sua crítica aos críticos. Mesmo depois de revelar a identidade de Jerdanowtch, Paul Jordan-Smith disse que "a maioria dos críticos da América insistia que, como eu já era um escritor e tinha noção de organização, eu tinha uma habilidade artística, mas era ou ignorante ou arrogante demais para admitir". Depois de enganados, os críticos é que foram ignorantes e arrogantes demais para admitir.
_____________________________
Em tempo: desde 2006, o Dessombracionismo (ou seria neodissombracionismo?) voltou às telas de pintura em um concurso anual que leva o nome de Pavel Jerdanowitch, mas homenageia Paul Jordan-Smith. Ele deve estar se revirando no túmulo com uma homenagem tão hype.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Coletivo de Imprensa

 coleguinhas

Na manhã de quarta-feira, 19 de setembro de 1923, os nova-iorquinos acordaram com uma notícia chocante: dez diários da cidade — New York American, The New York Herald, The Journal of Commerce, Daily News, The New York Times, New York Tribune, The World, New Yorker Staats-Zeitung e Il Progresso Italo-Americano — estavam à venda em um número coletivo.

Não, nenhum milionário havia comprado todos os matutinos nova-iorquinos durante a noite, colocando todos sob o mesmo guarda-chuva (e sob o mesmo cabeçalho) enquanto pensava num único nome fácil de lembrar (“New York American Herald Commerce Daily Tribune Times & World Progresso Zeitung”?).

Naquela época, notícia ainda não era um produto (tão) à venda (ou era?). Mas isso não significa que os jornais já não se comportassem como empresas.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Revolucionário FAIL!

che lutou em vão
Podia ser pior, Che... O camarada Fidel poderia reconhecer que o sistema cubano simplesmente não funciona...

OH, NOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

EPIC FAIL!

domingo, 29 de agosto de 2010

Junta tudo e joga fora?

O que fazer com o que sobrou de dois carros após um acidente? Bem, normalmente, os destroços acabam jogados nos ferro-velhos da vida — o que mostra que um automóvel não é um bem tão durável quanto parece. Mas o pessoal da Auto Be Yours, uma oficina de Scottsburg, Indiana, nos Estados Unidos, resolveu fazer algo diferente. Muito diferente.

Eles levaram o conceito de "carro híbrido" ao pé da letra e criaram um único carro com o que sobrou de dois. A frente — na verdade, a maior parte — é um Toyota Prius e a traseira é parte de um Subaru Baja. O Baja, apesar do nome, é a versão picape do Subaru Outback. Ironicamente, o Prius é um sedã, mas também é híbrido: tem um motor de combustão auxiliado por um elétrico.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Chicago mesmo

chicago

Chicago significa "terra das cebolas fedorentas". Era assim que os nativos Potawatomi descreviam a área pantanosa próxima ao Lago Michigan. Os exploradores franceses chegaram e não entenderam, mas gostaram do nome. E assim, mesmo cheirando mal, Chicago pegou.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Festinha Intertemporal

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Se por acaso você for o feliz inventor de uma máquina do tempo, mas não sabe como (ou quando) testá-la, uma boa ideia seria voltar no (ou a) tempo para participar da Convenção de Viajantes do Tempo do MIT. As coordenadas do evento são as seguintes: sábado, 7 de maio de 2005, em 42.360007° N, 71.087870° W.

Não se esqueça de provar que você é alguém vindo do futuro. Apareça com algo que ainda não existia naquela época, como a cura para a Aids, a solução para a pobreza global ou um reator de fusão a frio.

Se isso tudo for muito complicado para você ou se não houver muito espaço na sua máquina do tempo, leve algo pequeno e até então impensável, como um iPhone com músicas da Lady Gaga.

Segundo o site do evento,
a convenção foi um meio sucesso. Infelizmente, não tivemos viajantes temporais confirmados entre nós. Mas muitos viajantes do tempo podem ter comparecido incógnitos para evitar as intermináveis perguntas sobre o futuro. Tivemos grandes palestras, bandas incríveis e até um DeLorean. Sentimos muito ter que recusar visitantes, mas havia restrições de capacidade no Morss Hall. Agradecemos às dezenas de pessoas que nos auxiliaram.
Espere! E se o(s) viajante(s) temporal(is) estivesse(m) entre aquelas pessoas que não puderam entrar por falta de espaço??

sábado, 14 de agosto de 2010

Um jovem cavalheiro deseja encontrar…

Um jovem cavalheiro, às vésperas de se casar, deseja encontrar um homem de experiência para dissuadi-lo de dar tal passo.

— Classificado no Times de Londres, s/d, apud William Shepard Walsh, Handy-Book of Literary Curiosities [Manual de Curiosidades Literárias], 1892

sábado, 31 de julho de 2010

Perde-se a vida, mas não se perde a piada

Nos Estados Unidos, ainda persiste a pena de morte — pelo menos em alguns Estados. Os métodos mudaram ao longo do tempo — forca, fuzilamento, cadeira elétrica, injeção letal — sempre no sentido de "minimizar" o sofrimento do condenado. Ou não.

Mas os condenados, mesmo os piores deles, são seres humanos. E na hora final alguns apresentam um senso de humor incrível, revelado em suas últimas palavras:

  • George Appel (?-1928), condenado à cadeira elétrica por matar um policial em Nova York: "Bem, pessoal, logo vocês vão ver um Appel cozido". Appel aproveitou-se da semelhança fonética entre seu sobrenome e Apple [maçã] para fazer um trocadilho.
  • James W. Rodgers (?-1960) bancou o espertinho quando lhe perguntaram qual seu último desejo antes de ser fuzilado: "Por que? Sim... um colete à prova de balas.". Infelizmente, o último desejo de Rodgers não foi atendido.
  • Frederick Wood (?-1963) deu uma de Appel: "Senhores, vocês estão prestes a ver os efeitos de eletricidade sobre Wood [madeira]"
  • James French (1936?-1966) dirigiu-se aos jornalistas em seus últimos momentos: "Eu tenho uma manchete terrível para vocês nesta manhã: 'French Fries'". French¹ frito ou Batatas fritas? Aqui a gente faz do seu jeito!
  • Jimmy Glass² (1962?-1987) estava mais preocupado: "Eu podia estar pescando". Porra, Glass! Você poderia ter dito "Glass will blow up" [Glass/vidro vai estourar].

Ah, e em 1856, o assassino inglês William Palmer hesitou ao subir no patíbulo e saiu da vida com uma ironia involuntária: "Tem certeza que isso é seguro?"
________________________________
¹ French realmente queria aparecer. Ele já estava em prisão perpétua quando matou um companheiro de cela. Há quem diga que ele queria se matar, mas como não tinha coragem, matou para ser morto pelo Estado. Ou talvez para fazer o trocadilho infame mais caro da história. 

² Glass foi condenado por assassinar um casal após fugir de uma prisão da Louisiana em 1982. Depois de ser condenado à cadeira elétrica, ele ainda tentou recorrer, alegando que a eletrocussão seria inconstitucional por ser uma punição cruel. A Suprema Corte decidiu, por 5 votos a 4, que o método era constitucionalmente válido. Jimmy foi executado após o Governador da Louisiana negar a comutação de pena.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Falando em oração...

Se RIR = INFERNO, então deus também vai abraçar o capeta?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A fé não resiste ao bolso

Não sei se essa história é verdadeira, mas ela me parece bem verossímil e é muito reveladora sobre a solidez da fé:
raio-igreja

Em uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos, um homem decidiu abrir um bar bem em frente a uma igreja. Incomodada, a igreja e sua congregação começou uma campanha para impedir a abertura do bar. A comunidade fez abaixo-assinados e orações diariamente contra o empreendimento etílico.

A construção foi adiante, mas a poucos dias da inauguração do bar, um fortíssimo raio caiu sobre ele, incendiando-o e destruindo-o completamente. O povo da igreja estava muito satisfeito com isso, até que o dono do bar decidiu agir. Ele entrou com um processo contra as autoridades da igreja, pedindo 2 milhões de dólares em indenizações. O argumento era de que as orações da comunidade, instigadas pelos líderes religiosos, foram a causa, direta ou indireta, da destruição do negócio.

Em resposta à corte judicial, a igreja negou veementemente toda a responsabilidade por qualquer ligação entre as orações e a destruição do bar. Em sua defesa, a igreja usou até mesmo o estudo que Benson fez em Harvard provando que orações intercessoras não têm nenhum efeito.

Durante o julgamento, o juiz deu uma olhada em toda a papelada reunida por cada parte e comentou: "Eu não sei o que vou decidir nesse caso, mas parece-me que temos um dono de bar que acredita no poder da oração e uma igreja e seus devotos que não acreditam."

Como se vê, tudo é muito genérico nessa história. Ela não cita locais, nem datas, nem nomes dos envolvidos e nem mesmo denominações religiosas. Parece até uma fábula (ou uma lenda urbana) inventada do nada por algum desocupado. Só que fábulas não dão o nome de um estudo científico que realmente existe: 

BENSON, Herbert et al. Study of the Therapeutic Effects of Intercessory Prayer (STEP) in cardiac bypass patients: A multicenter randomized trial of uncertainty and certainty of receiving intercessory prayer [Estudo dos Efeitos Terapêuticos da Prece Intercessora (EETPI) em pacientes com bypass cardíaco: um teste randomizado multicentral da incerteza e certeza do recebimento de orações intercessoras] in: American Heart Journal, vol. 151, número 4, pp. 934-941, abril de 2006. E está disponível on line aqui (em inglês).

terça-feira, 20 de julho de 2010

Em uma palavra [15]

Lexifânico
adj. aquele que usa vocabulário pretensioso; tipo popularmente conhecido como “fala-bonito”. “’Em uma palavra’ é uma série muito lexifânica”

sábado, 17 de julho de 2010

4G EPIC FAIL!

4G FAIL!


Em tempo: o tio Steve Jobs não vai fazer um recall (isso não seria cool). Agora, ele vai dar uma de camelô e vender "capinhas" para sanar o problema. Aliás, qual a diferença entre o Jobs e um camelô? Nenhuma: ambos usam só jeans e camiseta e ambos são a única garantia de seus produtos. 

Mesmo assim, ele não acha que seus clientes foram prejudicados. Eles compraram (e "ainda acham que é a melhor coisa do mundo") por que quiseram, não por causa do hype criado pelo Appleísmo, que vive endeusando o próprio São Jobs. Eu começo a achar que esse iPhone aí foi projetado com Windows Vista.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Igreja move-se contra pedofilia e mulheres

Vaticano anuncia regras para acelerar punição de abuso de menores
Casos mais graves poderão ser encaminhados diretamente ao papa.

Esta foi a primeira revisão das regras da Igreja sobre este assunto em nove anos, e foi anunciada após a grande repercussão dos casos de pedofilia envolvendo sacerdotes católicos em vários países.
Entre as medidas adotadas está a possibilidade de encaminhar os casos mais graves ao papa e de punir os responsáveis por "decreto extrajudicial", sem depender de um processo normal dentro da igreja, que pode ser mais demorado.
stainglassParece ter sido um momento de especial revelação jurídico-divina para a Igreja Católica: de repente, Bento XVI Deus aparece e decreta que a partir de agora (e só agora) abusar de menores (ou de pessoas com deficiência mental) é um crime contra a Igreja — note-se que é um crime contra uma instituição bilionária e poderosa, não contra a vítima indefesa e inocente (e muito menos contra a moral). Também foram criminalizadas pela “revelação” a pornografia infantil e, dentro da lógica direta típica do cristianismo, até a tentativa de ordenação de mulheres para o sacerdócio.

Na prática, o Vaticano reconhece que o abuso infantil é um crime grave. Tão grave e  perigoso quanto a presença de  mulheres no clero.

Embora tenha sido criminalizada na esfera judicial terrestre, ainda não está claro se agora a pedofilia é algo punível com a danação eterna no inferno. Mas perseguir e discriminar mulheres continuam sendo atos toleráveis e até agradáveis aos olhos do "todo-poderoso". 

Para variar, a revelação sobre a pedofilia aconteceu a portas fechadas e Deus não quis fazer uma coletiva de imprensa para esclarecer dúvidas, muito menos falar sobre questões mais práticas, como o fim do celibato obrigatório e a inclusão de educação sexual nos seminários.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Fica a Dica (7) — Como dar Pausa no Atari?


Na longínqua era pré-Nintendo, as maratonas gamísticas eram praticamente intermináveis. Não havia uma maneira de "dar um tempo" no game para, digamos, responder às “necessidades fisiológicas” de seu corpo. Quando o Atari 5200 foi lançado como upgrade do 2600, uma das maiores novidades era o primeiro botão "pause" da história. Obviamente, a novidade manteve-se no 7800, no qual também dava pra jogar todos os clássicos do 2600 — mas os fãs dos jogos mais antigos não podiam usar a novidade.

Dentes perfeitos

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Tal pai, tal filho

hoover-dam_1941
A primeira pessoa a morrer na construção da Represa Hoover — a Itaipu americana — foi J.G. Tierney, um agrimensor que se afogou no Rio Colorado em 20 de dezembro de 1922.

Treze anos mais tarde, no mesmo dia, Patrick, filho do agrimensor afogado, tornou-se o último homem a morrer na represa após cair de uma das torres da barragem.

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