écdise (éc.di.se)
s.f. a troca de pele pela qual passam alguns insetos, crustáceos ou cobras. [do grego ekdusis, através do inglês ecdysis]
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Em uma palavra [80]
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Estados Unidos: singular ou plural?
É uma velha dúvida que nos atormenta na hora de escrever sobre a Grande República do Norte: “Estados Unidos é um país” ou “Estados Unidos são um país”? Aparentemente, a dúvida também tem atormentado os estado-unidenses ao longo de sua História.
Na redação dos primeiros documentos após a Independência, os Pais Fundadores tendiam a usar o plural. Em 1783, por exemplo, John Adams escreveu: “The United States are another object of debate” [“Os Estados Unidos são outro assunto de debate”]. Mais de meio século mais tarde, a 13ª. Emenda proclamava que a escravidão não existirá “no interior dos Estados Unidos ou em qualquer lugar sujeito às suas jurisdições.” Ou, no original: “within the United States, or any place subject to their jurisdiction.”
Apesar da tradição histórica do plural, muitos argumentam que o resultado da Guerra Civil — iniciada, ironicamente, pela 13ª. Emenda — estabeleceu uma unificação em sentido moderno nos Estados Unidos. Isto é, na denominação da república norte-americana, a ênfase passou a ser mais a União (com sua singularidade) do que os Estados (com sua pluralidade).
Como não há nada equivalente a uma Academia Americana de Letras, a questão nunca foi oficialmente resolvida (Até há uma American Academy of Arts and Letters. Entretanto, tal academia é muito mais um clube honorário do que uma autoridade normativa). Vários escritores consagrados e jornalistas já usavam o singular antes da guerra ou continuaram usando o plural após o conflito. O poeta e jornalista William Cullen Bryan (1794-1878), por exemplo, baniu o uso do singular no New York Evening Post em 1870. Ambrose Bierce (1842-1913?) ainda pressionava pelo uso do plural em 1909.
Lentamente, porém, a imprensa foi se fechando em torno do singular. Isso se deu tanto pela ausência de flexão de artigos na língua inglesa — especialmente do artigo definido, the — quanto por razões políticas. Em 1887, um escritor declarou ao Washington Post que “a guerra havia resolvido para sempre a questão gramatical. [...] A rendição de Mr. Davis e do Gen. Lee significou uma transição do plural para o singular.” Oito anos mais tarde, o New York Times observava que “A rebelião tornou as ideias de direito e de soberania dos Estados bastante desagradável às pessoas leais e resultou na correspondente proeminência e popularidade da ideia de nacionalidade.” O diplomata John W. Foster (1836-1917), em artigo numa edição do NYT de 1901, confirmou que “desde a guerra civil, a tendência tem se inclinado para esse uso”, isto é, o singular.
Em português, ambas as formas são aceitas, mas em diferentes contextos. Quando há artigo, usa-se o plural: “Os Estados Unidos são um país da América do Norte.” Sem artigo, usa-se o singular: “Estados Unidos é um país da América do Norte.”
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Em uma palavra [73]
paragonar / parangonar
1. v. Comparar coisas ou pessoas buscando observar semelhanças ou diferenças entre elas; assemelhar; cotejar; fazer paralelo entre. 2. Artes Gráficas. Alinhar o texto a ser impresso de um ou de ambos os lados. || paragão, s.m. comparação, semelhança, paralelo; por extensão, modelo. var. parangona e parágono [do italiano paragonare; cf. com o inglês paragon = modelo exemplar; padrão superior, de mesma etimologia]
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
De pseudovocábulo a neologismo
Esse mundo está tão cheio de perfis fakes que eles chegaram até os dicionários. Não, fake ainda não entrou para o Aurélio ou o Houaiss. Em 2001, os editores do New Oxford American Dictionary (NOAD) inseriram uma palavra fake como armadilha para descobrir se outros lexicógrafos estavam usando seu material de forma imprópria.
Ironicamente, a palavra que inventaram foi esquivalience — ou esquivaliência — definida como “o insistente ato de evitar responsabilidades oficiais; a fuga do dever.” Parece clara a correlação com o nosso esquivar-se.
Sem surpresa, a palavra não tardou a aparecer no Dictionary.com (para depois ser deletada), que citava como fonte o Webster’s New Millenium Dictionary. O recém-finado Google Dictionary apresentava esquivalience com três definições e exemplos, mas corretamente indicava o NOAD como fonte.
Entretanto, quando é que uma palavra falsa se torna verdadeira? Quando uma palavra inventada passa a ser usada, ela cai em domínio público? Aparentemente, a resposta para a última pergunta é sim.
Christine Lindberg, a editora do NOAD que inventou essa armadilha lexicográfica, disse ao Chicago Tribune que ela própria se pega usando o neologismo regularmente. “Eu gosto especialmente do tom crítico, de julgamento que eu posso expressar: ‘Aqueles miseráveis esquivalientes’. Parece indecente e literário de uma só vez. Eu gosto disso.”
Christine Lindberg, a editora do NOAD que inventou essa armadilha lexicográfica, disse ao Chicago Tribune que ela própria se pega usando o neologismo regularmente. “Eu gosto especialmente do tom crítico, de julgamento que eu posso expressar: ‘Aqueles miseráveis esquivalientes’. Parece indecente e literário de uma só vez. Eu gosto disso.”
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Em uma palavra [70]
latrinologias.f. neolog. o estudo das inscrições encontradas em banheiros (latrinália). [derivado de latrina; originalmente cunhado como latrinology pelo Professor Alan Dundes, da Universidade de Berkeley]
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Manual de Redação de Hemingway
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| O jovem Hemingway em 1916, pouco antes de entrar pra essa vida perdida de jornalista-escritor-lobo-do-mar. |
Excertos do Star Copy Style, o manual de redação do Kansas City Star, onde Ernest Hemingway começou sua breve carreira jornalística em 1917 (evidentemente, algumas dicas fazem mais sentido em inglês):
- Use frases curtas. Use parágrafos de abertura curtos. Use Inglês vigoroso. Seja positivo, não negativo.
- Elimine toda palavra supérflua: escreva “Velório será Terça, às 2 horas” e não “O velório será realizado às 2 horas na Terça”. “Ele disse” é melhor que “No curso da conversação, ele disse”.
- Evite o uso de adjetivos, especialmente os extravagantes, como “esplêndido”, “deslumbrante”, “grandioso”, “magnífico”, etc.
- Tenha cuidado com a palavra “also” [também; além disso]. Ela geralmente modifica a palavra mais próxima. “He, also, went” significa “He, too, went” [Ele, também, foi.] “He went also” significa que ele foi, além de tomar alguma outra atitude.
- Tenha cuidado com a palavra “only” [só; apenas; somente]. “He only had $10” [Só ele tinha $10] significa que ele era o único dono de tal quantia; “He had only $10” significa que dez era todo o dinheiro que ele possuía.
- Uma citação longa antes de introduzir o autor pode ser confusa e é ruim em qualquer situação. Interrompa a citação tão cedo quanto puder: “‘Eu gostaria’, disse o orador, ‘de informar o leitor que serei tão breve quanto possível.’”
“Aquelas”, lembrou Hemingway a um repórter em 1940, “foram as melhores regras que eu aprendi para o negócio de escrever. Eu nunca as esqueci. Nenhum homem com qualquer talento, que sente e escreve verdadeiramente sobre o que está tentando dizer, pode deixar de escrever bem se sergui-las.”
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sábado, 5 de março de 2011
Hamlet: Uma comédia de erros?
Em 1889, Fredericka Raymond Beardsley Gilchrist propôs a teoria de que todo o sentido de Hamlet havia sido confundido por causa de um mero erro tipográfico. Na Cena V do Ato I, a sombra revela a Hamlet o adultério de sua mãe e o assassinato de seu pai. Então, Hamlet responde:
O all you host of heaven! O earth! what else?
And shall I couple hell? O fie!
[Ó legiões do céu! Ó terra! Que mais, ainda?
Invocarei o inferno?]
Mas Mrs. Gilchrist afirmava que o segundo verso deveria ser lido assim:
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O caso Fanny Adams
Em 24 de agosto de 1867, o balconista Frederick Baker decidiu sair na hora do chá e foi para um pasto perto de uma plantação de lúpulo em Alton, Hampshire (preciso dizer que é na Inglaterra?). Lá, ele encontrou três garotinhas. Brincou, correu com elas e, ao colher amoras-pretas, dispensou duas delas com três moedas pra cada. Elas viram Baker carregando Fanny Adams, de 8 anos, morro acima, dizendo “Venha comigo e eu vou te dar duas moedas a mais.” A menina jamais foi vista novamente pelas coleguinhas.
Investigadores encontraram a cabeça de Fanny em uma treliça de lúpulo. Os dois olhos haviam sido arrancados e uma orelha, cortada. Os braços dela foram encontrados em dois locais distintos. Em um dos braços a mãozinha ainda guardava duas moedinhas. O coração havia sido extraído, um pé foi encontrado em um campo de margaridas, mas as pernas teriam sido jogadas no Rio Wey. Não havia evidência de crime sexual por que a parte inferior do tronco nunca foi encontrada.
Baker não conseguiu explicar as manchas de sangue em suas mangas. Afirmou apenas que sua faca era pequena demais para ter feito tamanhos danos. Ele foi condenado por assassinato premeditado e enforcado na véspera do Natal.
A prova que condenou Baker foi seu próprio diário. Nele encontra-se o seguinte registro no dia 24 de agosto: “Killed a young girl. It was fine and hot.” [“Matei uma jovem menina. Era bela e quente.”]
O crime teve tamanho impacto que entrou para a fraseologia do inglês britânico: a expressão “sweet Fanny Adams” é o mesmo que “nothing at all” ou “absolutamente nada”.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Forever Alone Jurídico
Em 1985, Oreste Lodi, então com 61 anos, encontrou uma nova maneira de levantar seus próprios fundos (financeiramente falando): ele entrou com um processo contra si mesmo. No processo aberto na Corte Superior de Shasta County, Califórnia, Lodi apontou-se como parte acionada e como parte acionante. Como o acionado não respondeu à denúncia, houve um julgamento incomum: Lodi v. Lodi. O caso foi resumido da seguinte forma (em inglês):
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domingo, 12 de dezembro de 2010
A Voz de Shakespeare
Embora no começo do século XVII não existissem meios para gravar o áudio de peças de teatro, ainda hoje é possível ouvir as peças de Shakespeare tal e qual eram pronunciadas quando de sua estreia. A façanha é fruto de estudos do professor Paul Meier, da Universidade do Kansas, e seus alunos de artes cênicas.
Desde outubro, o Prof. Meier trabalha em parceria com o linguista David Crystal para reencenar as peças do bardo de Avon em OP (original pronounce, ou pronúncia original). Essa é a primeira montagem de Shakespeare em OP fora do Reino Unido.
A primeira vez que isso foi feito foi em Cambridge, nos anos 1950, em uma única e especial apresentação. Mais recentes são as duas montagens foram feitas pelo Globe Theather em Londres em 2005, também realizadas com consultoria de David Crystal, autor de Pronouncing Shakespeare.
A peça escolhida pelo professor Meier para ressuscitar o inglês seiscentista é A Midsummer’s Night Dream [Sonhos de uma noite de verão]. Um trecho da peça, em linguagem original e devidamente legendado em inglês, é apresentado no vídeo a seguir:
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sábado, 7 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Um ‘Contato’ menos Imediato
Como será o momento mais importante da História da Humanidade — O Contato? Muitos contos e romances de ficção científica já tentaram imaginar. Vez por outra, como agora, em Contatos Imediatos de 4º. Grau, Hollywood retoma o tema. Mas, geralmente, os filmes centram-se mais nos extraterrestres, nos efeitos especiais e em estereótipos: um disco voador, uma abdução, um “leve-me ao seu líder” ou uma invasão-e-destruição da raça humana ou até do planeta Terra.
No elenco pra valer, uma convincente Jodie Foster é Ellie Arroway, a cientista que faz o contato e Matthew McConaughey é Palmer Joss, um líder religioso descolado e um tanto irônico, que acaba virando conselheiro espiritual do presidente. A versão cinematográfica é bastante fiel ao livro, exceto talvez pelo final.
Ao longo do filme, que tem quase duas horas e meia de duração, algo pode frustrar os fãs de abduções e discos voadores: nada disso acontece, pelo menos a princípio. Contato começa com a infância de Arroway, volta para o presente, mostra o trabalho de uma radioastrônoma, ensaia um romance entre Ellie e Palmer Joss. O contato que dá título ao filme é feito e confirmado através de radiotelescópios e seguem-se todas as consequências e reações ao contato. Há intenso debate entre os descobridores, os céticos e os líderes religiosos, políticos e militares. Por fim, descobre-se que a mensagem recebida (com surpreendentes imagens de Hitler discursando) traz muitas informações ocultas, inclusive instruções para construir uma espécie de portal interplanetário.
O final é ambíguo e provocador graças ao autor. Carl Sagan, que ganhou fama mundial à frente dos Programas Viking e Voyager na NASA, era sobretudo um cientista cético, mas que não deixava de admitir possibilidades. Foi ele um dos primeiros a levar a sério o estudo dos fenômenos ufológicos. O filme não chega a ter bordões, mas uma frase recorrente sempre foi atribuída a Sagan: “Se não há vida lá fora, então o Universo é um tremendo desperdício de espaço.”
Há também uma história por trás do filme, que custou a sair. Na verdade, como havia feito na série de documentários Cosmos (PBS TV, 1980), Sagan pretendia fazer um filme e depois um livro. A ideia de Contato surgiu no começo dos anos 80, mas após comprar o roteiro a Warner fez muitas exigências: incluir o Papa como personagem, dar um filho a Ellie Arroway, inserir mais cenas de efeitos especiais. Sagan, porém, bateu o pé. Ele não queria um blockbuster. Com o roteiro que tinha, lançou Contato, o livro, em 1985. Quatro anos mais tarde, ele começou a trabalhar novamente na versão cinematográfica. Mas a Warner, que só retomou o projeto em 1993, teve dificuldades em arranjar diretores e elenco e o filme só saiu em 1997, seis meses após a morte de Sagan.
Trailer (em inglês):
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domingo, 11 de julho de 2010
Como funciona o diferencial?
Ei, você já deu uma olhada debaixo do seu carro hoje? Já viu aquela "bola" que fica no meio do eixo traseiro de caminhões e de alguns carros mais antigos? Se você for curioso, já deve ter se perguntado para quê serve aquela coisa redonda no meio de um eixo.
Pois aquela "bola" é uma das peças, ou melhor, um dos sistemas mais importantes em um carro — o diferencial, que distribui de forma equilibrada a energia cinética do motor entre as rodas de um eixo (dianteiro ou traseiro). O diferencial tem esse nome por que movimenta as duas rodas em velocidades diferentes. Graças a isso (e ao sistema de direção), os automóveis podem fazer algo incrível: curvas!
Embora pareça complexo, o conceito por trás do diferencial é muito simples. É mais simples ainda se usarmos imagens em lugar de palavras. O vídeo a seguir — traduzido por este que vos escreve — é um verdadeiro tesouro. Foi feito nos anos 1930 pela Chevrolet norte-americana e explica o que é e como funciona um diferencial.
Hoje em dia, os engenheiros nem precisam mais se preocupar com aquele "eixo desajeitado por cima do piso". Exceto por alguns esportivos, todos os carros modernos são tracionados pelo eixo dianteiro, o que permite ainda mais espaço interno, menor altura e muito mais conforto. Mas é realmente uma pena que não se façam mais videos explicativos como esse. Isso deveria ser apresentação obrigatória nas aulas de auto-escolas.
domingo, 23 de maio de 2010
A analfabetização de Dilma
Em Nova York, Dilma se irrita e “demite” tradutora
Dilma, que preferiu falar em português, chegou a elogiar o primeiro tradutor. A partir da metade da entrevista, a tradução ficou por conta da angolana Marísia Lauré.
Perguntada sobre o delicado tema da autonomia do Banco Central, Dilma falou da “autonomia operacional” do órgão. Lauré esqueceu uma das palavras e Dilma completou, em inglês: “operational autonomy”. Em seguida, repreendeu a tradutora. “Eu peço para você traduzir literalmente, porque é complicado [o tema]”.
Dilma passou a falar sobre privatizações e as empresas que acredita que deviam permanecer públicas, como Petrobras, Eletrobrás, as do setor elétrico e bancos públicos. A tradutora esperou que a convidada concluísse a frase para traduzir. Ao final, Dilma conferiu com a platéia: “Não faltou [o trecho] da Petrobrás?”.
Na frase seguinte, Dilma ouviu o início da tradução e, achando que havia mais um erro, interrompeu Lauré. “No, no,no. Yes, yes, yes”, emendou, ao se dar conta de que a frase traduzida estava correta e arrancando risos da platéia.
Dilma está mesmo se esforçando para ficar igual ao Lula. E está conseguindo. Ele não sabe falar inglês — e se orgulha de nunca ter aprendido. E ela, mesmo sabendo, evita usar o idioma de Shakespeare. “Stupid Jingoism anyone?”. O resultado não poderia ser mais patético. Tipicamente lulista.
Aliás, o que dona “Diuma” anda fazendo nos States se é apenas pré-candidata? Será que ela foi botar mais botox? Ou agora vai tentar um implante de barba, enrolar a língua e cortar o dedo mindinho? Por que do jeito que está é só isso que falta mesmo — analfabeta ela já sabe ser.
Em tempo: ela nem chegou ao poder e já demitiu uma pobre “companhêra”… Eis a candidata do Partido dito “dos Trabalhadores”.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pseudo-Poe
Convencido de que o público aceitaria qualquer coisa de um autor famoso, James Whitcomb Riley (1849-1916, à esquerda) apostou com seus amigos que poderia provar sua teoria. Ele compôs um poema no estilo de Edgard Allan Poe (1809-1849) chamado "Leonanie" e publicou-o no jornal Despatch, da cidade de Kokono, Indiana, em 2 de agosto de 1877:
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
"Que língua é essa?" - Resposta
Essa foi difícil mesmo. Até pra mim.
Estes versos, escritos por volta de 1260, estão em Médio Inglês, o Inglês da Idade Média. Talvez assim seja mais familiar:
Sumer is icumen in,
Lhude sing cuccu!
Groweth sed, and bloweth med,
And springth the wude nu—
Sing cuccu!
Estes versos, escritos por volta de 1260, estão em Médio Inglês, o Inglês da Idade Média. Talvez assim seja mais familiar:
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Solução: "Troca-Letras"
Antes tarde do que mais tarde!
Se você não viu o enigma "Troca Letras", veja agora.
Se você já quebrou a cabeça, a resposta está a seguir.
Se você não viu o enigma "Troca Letras", veja agora.
Se você já quebrou a cabeça, a resposta está a seguir.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Troca-letras
Para os amantes da língua inglesa, eis o desafio de uma charada criada por Isaac Asimov:
Qual é a palavra em Inglês que muda de pronúncia quando se escreve com letra maiúscula?
Dicas: 1) Além da pronúncia, muda também o sentido e até a classe gramatical da palavra. 2) Há mais de uma solução, embora Asimov tenha pensado em apenas uma.
Deixem suas respostas nos comentários e aguardem! Como esse é difícil, por que é em Inglês, vou deixar a solução para terça.
Enjoy!
Deixem suas respostas nos comentários e aguardem! Como esse é difícil, por que é em Inglês, vou deixar a solução para terça.
Enjoy!
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sábado, 26 de setembro de 2009
Pagode tipo Exportação
Eis mais uma amostra de nossa mentalidade agrário-exportadora. Pagode Made in Brazil (onde mais?). Para quem suportar, the english version of “Eu me apaixonei pela pessoa errada”:
Nem mudando de língua essa porra de música melhora. E ainda é uma língua com uma musicalidade totalmente diferente. Conclusão: o pagode não se salva de jeito nenhum! FAIL! FAIL! FAIL!
E agora os gringos vão ter que aturá-lo também… Poor guys!
PS: Se alguém foi capaz de gostar disso, pode ver mais versões no pagodeversions. Mas eu não me responsabilizo.
domingo, 6 de setembro de 2009
Elogio da Loucura
Eis alguns dos maiores vencedores do prêmio Bookseller/Diagram para o título mais estranho do ano:
- Proceedings of the Second International Workshop on Nude Mice [Procedimentos da Segunda Oficina Internacional sobre Ratos Nus] (1978) – WTF??
- The Joy of Chickens [A Alegria das Galinhas] (1980) – Talvez seja um livro de auto-ajuda para fêmeas galináceas e/ou para algumas fêmeas da espécie humana.
- The Theory of Lengthwise Rolling [A Teoria do Rolamento Longitudinal] (1983)
- Versailles: The View From Sweden [Versalhes: Vista da Suécia] (1988) – Deve ser um pouco difícil enxergar Versalhes a partir da Suécia… Seria um tutorial sobre como conseguir fazer isso sem o uso de satélites?
- How to Avoid Huge Ships [Como Evitar Navios Enormes] (1992) – Deve ser algum guia para implantar a miniaturização na indústria náutica.
- Highlights in the History of Concrete [Luzes na História do Concreto] (1994) – Uma leitura mais pesada que luminosa.
- Greek Rural Postmen and Their Cancellation Numbers [Carteiros Rurais Gregos e seus Números de Cancelamento] (1996) – Tipo, dá pra cancelar carteiros na área rural da Grécia só digitando o número certo?
- The Big Book of Lesbian Horse Stories [O Grande Livro de Histórias Lésbicas Cavalares] (2003) – Se você trabalha num estábulo e ainda tem uma tara por éguas, esse é o tipo de leitura NSFW.
- Bombproof Your Horse [Deixe seu cavalo à prova de bombas] (2004) – Só pode ser um erro tipográfico que trocou House por Horse.
- People Who Don't Know They're Dead: How They Attach Themselves to Unsuspecting Bystanders and What to Do About It [Pessoas que não sabem que estão mortas: Como elas se prendem aos pedestres insuspeitos e o que fazer sobre isso] (2005) – Resumo da Ópera: “Zumbis: como agem e como evitá-los”.
- The Stray Shopping Carts of Eastern North America: A Guide to Field Identification [Os Carrinhos de Compra Extraviados da América do Norte Oriental: Um Guia para Identificação de Campo] (2006) – Se você perdeu seu carrinho de supermercado na Costa Leste dos EUA, seus problemas acabaram!
Eis a minha útil sugestão para a próxima edição: Great Orientative Guide to Long-Titles Diagramation: How to make everything fits on a single cover [Grande Guia Orientativo para Diagramação de Títulos Longos: Como fazer tudo aquilo caber numa única capa]. Por que título curto é coisa de tuiteiro.
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