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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Os EUA derrotariam Roma?




Essa boa pergunta começou como uma experiência de pensamento no Reddit.com quando um usuário chamado The_Quiet_Earth postou a seguinte questão: “Eu poderia destruir o Império Romano inteiro durante o reinado de Augusto [circa 23 A.E.C.] se eu viajasse no tempo com um moderno batalhão de infantaria da Marinha dos Estados Unidos ou uma MEU?” Pouco depois, o usuário fez alguns esclarecimentos e apresentou um cenário mais preciso:

domingo, 6 de março de 2011

Os Gigantes de Cardiff


Durante a escavação de um poço em Cardiff, no interior de Nova York, em 1869, os operários fizeram uma descoberta sensacional: um homem de pedra com 10 pés [3 metros] de altura.

Era uma estátua antiga? Um gigante petrificado? A verdadeira origem era bastante mundana. O chamado “Gigante de Cardiff” havia sido esculpido em gesso e enterrado deliberadamente por um comerciante de Nova York, George Hull. Ele realmente fez um bom negócio: gastou 2.600 dólares para esculpir e enterrar a peça, que foi vendida por US$ 37.500 após ser “descoberta”.

Mas a histeria do mercado não parava. P.T. Barnum, dono do então maior circo do mundo, ofereceu US$ 60.000 para alugar o gigante por três meses. Para ganhar ainda mais, Hull fez uma réplica, que apresentou como autêntica, declarando a peça original como o que era: falsa. Ao saber do caso, o expositor David Hannum teria dito a frase “A cada minuto nasce um otário.” Ironicamente, hoje a frase é creditada a P.T. Barnum, mas ele é que era o otário nessa história toda.

Apesar do hype (ou como todo hype), o truque não durou muito. Um ano mais tarde, as duas estátuas foram consideradas falsas após um exame. Mas a primeira delas ainda vive: está até hoje exposta em um museu de Cooperstown, NY.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Encontrado o primeiro projeto da Apple

Está com um visual bem clean e tem uma tela plana, mas ainda falta hype.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O peso do nome: Edison (parte 1)

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Thomas A. Edison Jr., a.k.a. Dash (Traço). O apelido telegráfico foi dado pelo pai.
Thomas Alva Edison Junior nunca teve paz na vida.

Nascido em 1876, ele era filho do mais famoso inventor do mundo e todo mundo esperava que ele seguisse os passos do pai. Apelidado pelo pai de “Dash” (traço; sua irmã mais velha, Marion, era “Dot”, ponto), ele teve uma primeira infância bastante idílica, embora sempre tenha passado mais tempo com a mãe, Mary. Arrasado pela morte da mãe quando tinha sete anos, Thomas Jr. e sua irmã pouco podiam fazer com o pai, um homem emocionalmente distante, para quem o laboratório era o lar. Junior passou o resto de sua infância em um internato onde, segundo relatos, ele se mostraria um mau aluno. Quando Edison-Pai se casou novamente em 1886 e a família se mudou para Glenmont, Nova Jersey, Mina (a segunda esposa), tentou formar laços afetivos com as crianças, mas Junior acabou se afastando da nova família. O fato de sua madrasta ser apenas um pouco mais velha que ele pode ter dificultado a situação, que se tornou insuportável.

sábado, 18 de setembro de 2010

Arte Crítica e os Críticos de Arte

Será que um artista pode fundar uma escola de arte mesmo sem querer? Em 1924, irritado com a falta de discernimento dos críticos de arte diante de todo aquele hype modernista, o escritor e jornalista norte-americano Paul Jordan-Smith (1885-1971) convenceu-se de que "os críticos louvariam qualquer coisa ininteligível."

Para provar que estava certo, ele criou o que poderia ser chamado de uma meta-obra-de-arte-crítica. Paul, que jamais havia pintado na vida, pegou umas tintas velhas, uma brocha, uma tela com defeito e, "em poucos minutos espalhei os traços crus de uma selvagem assimétrica segurando o que deveria ser uma estrela-do-mar, mas que saiu como uma casca de banana." Depois, ele mudou seu penteado, apresentou-se como Pavel Jerdanowitch e mostrou a obra "Exaltation" a um grupo de artistas de Nova York. Pavel dizia fazer parte de uma nova escola, chamada Dessombracionismo.

"Exaltation" (1924): Estrela-do-mar FAIL é hype WIN.

Os críticos adoraram o estilo de Jerdanowitch e acabaram fazendo o que Jordan-Smith menos queria: criaram um hype em cima dele.  O pintor polonês (ou checo? ninguém nem se importou em saber quem era o cara) foi considerado um visionário e o dessombracionismo era uma revolução.

"Jerdanowitch", ou melhor, Jordan-Smith, expôs a pintura na galeria do Waldorf Astoria. Durante os dois anos seguintes, ele apareceu com pinturas cada vez mais fora do comum, exibidas em Chicago, Boston e Buffalo (a cidade, não o animal), comentadas e elogiadas até nos jornais de arte de Paris:
Um explorador de espírito inquieto, ele [Jerdanowitch] não se contenta com os caminhos pisados. Ele fez alguns belos retratos, depois alguns trabalhos muito estranhos, simbólicos e originais: Exaltation, Illumination, Admiration. Suas composições bastante pessoais, onde o artista representa coisas pela simbolização de sentimentos de seu próprio ponto de vista, o que o põe entre os melhores artistas do avant-garde com uma fórmula que exclui qualquer banalidade.

— L'Art Contemporain: Livre d'Or [A Arte Contemporânea: O Livro de Ouro] (Éditions De La Revue du Vrai et du Beau, Paris, 1927), pp 85-86

Ele acabou confessando a verdade em uma entrevista para o Los Angeles Times em 1927. E parece que o autor estava certo em sua crítica aos críticos. Mesmo depois de revelar a identidade de Jerdanowtch, Paul Jordan-Smith disse que "a maioria dos críticos da América insistia que, como eu já era um escritor e tinha noção de organização, eu tinha uma habilidade artística, mas era ou ignorante ou arrogante demais para admitir". Depois de enganados, os críticos é que foram ignorantes e arrogantes demais para admitir.
_____________________________
Em tempo: desde 2006, o Dessombracionismo (ou seria neodissombracionismo?) voltou às telas de pintura em um concurso anual que leva o nome de Pavel Jerdanowitch, mas homenageia Paul Jordan-Smith. Ele deve estar se revirando no túmulo com uma homenagem tão hype.

sábado, 17 de julho de 2010

4G EPIC FAIL!

4G FAIL!


Em tempo: o tio Steve Jobs não vai fazer um recall (isso não seria cool). Agora, ele vai dar uma de camelô e vender "capinhas" para sanar o problema. Aliás, qual a diferença entre o Jobs e um camelô? Nenhuma: ambos usam só jeans e camiseta e ambos são a única garantia de seus produtos. 

Mesmo assim, ele não acha que seus clientes foram prejudicados. Eles compraram (e "ainda acham que é a melhor coisa do mundo") por que quiseram, não por causa do hype criado pelo Appleísmo, que vive endeusando o próprio São Jobs. Eu começo a achar que esse iPhone aí foi projetado com Windows Vista.

domingo, 13 de junho de 2010

Cala a boca, Galvão!

by Mola

Os jogos do Brasil na Copa do Mundo ainda nem começaram, mas ele já está enchendo o saco. E o pessoal do twitter já está xingando. Muito. #CALA A BOCA GALVAO é o tópico mais comentado do momento no microblog. Felizmente, ninguém sabe quem (ou o quê) é Galvão lá fora. Então surgiram as mais incríveis explicaçãos pra inglês ver.

Aproveitando-se da ingenuidade (e ignorância) dos gringos, Cala-a-boca-galvão é, ao mesmo tempo, o próximo single da Lady Gaga — deixando os fãs perdidos — e campanha ecológica para salvar um raríssimo pássaro amazônico, o Silentium Galvanus. Veja:

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O iPad e a Caretice de Steve Jobs

book of jobsE eis que surge agora esse tal de iPad, que não passa de um iPhone enorme e que mais parece uma versão especial do telefone para gente idosa e portadores de hipermetropia grave — será que o Steve Jobs, o mago do design elegante, está ficando gagá?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Orçamento de "Avatar"

Eu não ia comentar sobre Pocahontas Smurf Avatar depois de tanto bafafá. Mas não resisti. Eis a divisão orçamentária do primeiro hype de 2010:



Em azul, para combinar com aqueles smurfs crescidos

Mais de 300 milhões de dólares pra fazer smurfs crescer? O James Cameron gosta de torrar fortunas com histórias bobinhas. Ou vocês não se lembram do nauseante Titanic?

sábado, 9 de janeiro de 2010

Fica a Dica (3) - 68 toques para quem usa twitter

Só um pequeno conselho — em 68 toques — pra quem é viciado dependente não vive sem Twitter:


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O Grande Reino do Petabyte e o Twitter

Clique para ampliar: o que é  quanto é  um petabyte?

Como se vê, espaço é o que não vai faltar, mas tem gente que prefere usar só 140 caracteres (minúsculos 20 KB). Perdoem-me os twitteiros, mas isso, pra mim, é de um pão-durismo mesquinho. Além, é claro, de ser sinal de preguiça de ler e escrever.

Para os twitteiros, vou tentar dar uma idéia de quanto é 1 Terabyte em termos de tuitadas.

Quem quiser, pode acompanhar as contas com uma calculadora simples. Como cada mensagem de 140 caracteres tem 20 KB, umas 50 tuitadas ainda somariam apenas 1 Megabyte (MB) – caberiam num disquete. Para acumular 1 Giga de mensagens no twitter, seriam necessários 50 000 tweets. Multiplique isso por 1000 – 50 000 000 – e ainda dá apenas1 Terabyte. Estima-se que a quantidade de informação processada pelo cérebro de uma pessoa que morre após 80 anos de vida é da ordem de 80 Terabytes. Ou 4 bilhões de tuitadas.  Para alcançar um Petabyte, seria necessário tuitar…. 50 000 000 000 (50 BILHÕES) de vezes. É humanamente impossível tuitar tanto – a não ser que você tenha vida eterna.

Supondo uma média de 4 tuitadas por dia (podem ser mais, dependendo do vício), seriam necessários 12,5 bilhões de dias para acumular tamanha quantidade de informação. Isso equivale a pouco menos de 34,25 milhões anos. Só para se ter uma idéia, os mais antigos ancestrais dos seres humanos apareceram há uns 6 milhões de anos.

Assim, a estimativa de armazenar toda a história escrita da humanidade –  acumulada em meros 6.000 anos de trabalho – em “apenas” 50 Terabytes não parece tão absurda. Mas para armazenar todos os conhecimentos humanos, deveríamos considerar também todas as pinturas, todas as músicas, todas as fotografias, todos os filmes e todas as animações feitas em todas as culturas de todas as épocas. E, se não nos autodestruirmos em breve, numa guerra nuclear, numa catástrofe climática ou num desastroso choque com um asteróide de grandes proporções, ainda teremos centenas de milhões (bilhões?) de anos pela frente para criar e produzir. Qual será o tamanho da herança cultural humana? Impossível estimar, mas o cofre, possivelmente, parecerá pequeno.

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