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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Nomes (im)Próprios

Se você acha que apenas no Brasil poderiam surgir nomes ééééé, digamos, “criativos”, como Valdisnei, Usnavi, Maiquel Géquiçom, Erripóter, Letisgo, Brucili ou até mesmo Urrigrisson, lembre-se de que os americanos sempre podem conseguir fazer coisas melhores (ou piores):
O censo dos Estados Unidos, agora quase completado, trouxe à luz alguns espécimes curiosos de nomes próprios. Um homem de Illinois teve cinco filhos, batizados Imprimis, Finis, Appendix, Addendum e Erratum. Em Smythe Couty, na Virgínia, um certo Mr. Elmadoras Sprinkle deu aos seus dois filhos os nomes Myrtle Ellmore e Onyx Curwen e suas seis filhas são Memphis Tappan, Empress Vandalia, Tatnia Zain, Okeno Molette, Og Wilt e Wintosse Emmah. O grande número de pessoas tratadas por Sprinkle naquele condado se deve a esses extraordinários nomes.
Notes and Queries [Anotações e Consultas], 10 de dezembro de 1870
Sem contar que, como o inglês é uma das línguas que ignoram (quase) completamente as diferenças entre gêneros, não há distinção clara entre nomes masculinos e femininos. Muito menos entre nomes de lugares e de pessoas, o que nos dá resultados mais ou menos comuns como um cara chamado Dakota ou uma garota chamada Sydney! Nomes próprios comuns-de-dois-gêneros começam a ser considerados politicamente corretos por lá (como se todas as diferenças psico-físicas entre meninos e meninas fossem uma obscenidade).

Mas não podemos nos esquecer da verdadeira onda de nomes “exóticos” (por que querer ser “criativo” para aparecer é coisa de pobre) que as celebridades dão aos seus adotados-do-terceiro-mundo ou até mesmo aos próprios rebentos: Maddox Jolie-Pitt; Moon Unit, Diva Thin Muffin, Dweezil e Ahmet (todos do Frank Zappa); Kal-El, o menino do Nicholas Cage; Fifi Trixibelle (filha do Bob Geldof) e, last but not least, Apple Martin Paltrow (filha-fruta de Gwyneth Paltrow e Chris "Coldplay" Martin).

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Menor Maior

O New York Times de 18 de setembro de 1972 informava que um homem chamado Minor W. Major havia participado de uma conferência sobre História em Tarrytown, Nova York. Perguntado sobre a origem de seu nome, Mr. Major contou sua história: 

“Antes da Guerra Civil, uma jovem moça chamada Minor se casou com um jovem moço chamado Major e se tornou Mrs. Major. Ele era um agente confederado e afundou diversas cargas da União no Mississipi. Ele teve um uniforme Ianque para usar em certas épocas e nessas circunstâncias Minor Major, agente confederado, se tornava Major Minor, oficial da União. Eu sou um bisneto do Major que se casou com Miss Minor.”

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