Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador design. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador design. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Moedas Infográficas

Mesmo com tamanhos (e até cores) diferentes, as moedas continuam sendo uma das formas mais inconvenientes de ter dinheiro. Elas são fáceis de perder e, em muitos casos, difíceis de juntar.

Mas o designer japonês Mac Funamizu parece teve uma ideia no mínimo interessante para facilitar a vida de quem lida com moedas. Em lugar de variações no tamanho, no material, na textura ou na cor, ele propõe o uso de moedas com formas diferentes. Mas não são formas aleatórias: o formato teria relação com o valor de cada moeda.

terça-feira, 22 de março de 2011

Quando o relógio te pressiona, você pressiona o relógio!

Pressionado pelo relógio? Que tal dar o troco? O Vague Clock, criado pelo designer sul-coreano Sejoon Kim só funciona sob pressão — ou quase isso. 


À primeira vista os ponteiros são invisíveis, mas na verdade eles estão lá, funcionando normalmente debaixo do tecido elástico que faz as vezes de mostrador. Para ver — ou melhor, tocar — as horas, basta pressionar o tecido.


Além do design clean, você não precisa se preocupar em acertar os ponteiros (até por que isso seria um tanto complicado). O relógio se ajusta sozinho, sincronizando-se via GPS. 


“Informação demais pode por as pessoas sob pressão”, explica Sejoon Kim. “O Vague Clock dificulta a leitura dos ponteiros de minutos e horas para libertar a pessoa da corrida contra o tempo.”


[via bookofjoe]

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Multifuncional para a cozinha (1952)

Anúncio encontrado na edição de setembro de 1952 da Collier’s Magazine (via Modern Mechanix):

general_fridge

Naquela época, os anúncios de eletrodomésticos se limitavam apenas a descrever o produto e nem de longe ofendiam sua inteligência com frases de efeito apelativas.
COZINHE e LAVE em seu REFRIGERADOR!
Cozinha completa em 5 pés quadrados [meio metro quadrado??]. Combina refrigerador, pia, três bocas de gás, e gaveta para panelas. Disponível com queimadores elétricos, 220 ou 110V. Também sem pia. 5 anos de garantia.
General Air Conditioning Corp.
Vendas e serviços para todo o país
Para detalhes, onde comprar, escreva: 4530 E. Dunham St. • Los Angeles 23, Calif. Escritório em Chicago: Dept. 6, 323 W. Polk Street
Estranho como algo tão genial simplesmente não pegou. O fato é que as cozinhas americanas sempre tiveram espaço de sobra e pouco depois o microondas e os restaurantes fast-food praticamente matariam o fogão em muitos lares — mas ainda não criaram um combo micro/pia/geladeira que sirva de brinde no McDonald’s...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Morte e Vida Roverina

Land_Rover_90_County_Staation_Wagon
O Land Rover foi pro brejo...
Fugindo de toda essa modinha SUV — que combina interior glamouroso num jipe automático que é incapaz de sair de um atoleiro sozinho, mas mesmo assim bebe (e polui) feito um viciado — o Land Rover Defender tem se mantido basicamente o mesmo durante mais de trinta anos.

Ainda apenas em sua quarta série em mais de 60 anos, a dupla 90/110 é um exemplo de que a obsolescência planejada — chamar um design com três anos de idade ou menos de "geração" e substui-lo — é algo desnecessário para a sobrevivência da indústria automobilística. Mas o Landie pode estar com os dias contados. Padrões de segurança e baixas emissões cada vez mais rigorosos (na Europa, é claro) vão matá-lo até 2015.

Após conseguir tirar a Land Rover dos braços da Ford, a indiana Tata já percebeu que vai ser difícil matar um veículo com tantos fãs e deu início ao “Project Icon”, para reinventar o Defender. O desafio, porém, é imenso. Projetar um sucessor com a mesma capacidade fora-de-estrada, construí-lo por menos (para vender mais) e ainda adequar-se aos padrões ambientais e de segurança do século 21 é uma tarefa hercúlea — ainda mais por que não dá para desagradar uma legião de fãs formada duramente ao longo de seis décadas e que, naturalmente, é conservadora em termos de design.
land lama2
Um motor híbrido sobrevive a isso?

A montadora indiana poderia conseguir isso de várias formas. Para baratear a produção sem interferir na qualidade, a solução óbvia é levar a linha de produção para a própria Índia. O novo modelo também poderia ser híbrido, mas ainda não se sabe como motores elétricos podem se adequar (ou mesmo sobreviver) a situações tão extremas quanto as que existem no mundo off-road.

Além disso, será preciso manter os atributos que fazem do Landie o melhor 4x4 que existe. O Defender é o único que leva a sério a utilidade e não a esportividade de um utilitário esporte. A distância até o solo é de mais de 30 centímetros. Água até meio metro (até mais com um snorkel) e inclinações de até 45 graus não são problema. Consumo? Como dizem, "Se você precisa perguntar...". E segundo pesquisas da fábrica, 70% de todas as unidades produzidas desde 1959 continuam rodando.

O “Defensor” já foi fabricado montado em terras tupiniquins no fim dos anos 1990. Mesmo assim, o baixo índice de nacionalização, os preços altos incompatíveis com a simplicidade do veículo e a verdadeira perseguição legal contra os motores a diesel tornaram o negócio inviável. A busca de mercados produtores com mão-de-obra mais barata pode fazê-lo voltar para o Brasil.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Os selos mais loucos do mundo

Encravado no Himalaia e escondido entre a Índia e o Tibete, o minúsculo reino do Butão não tem lá uma economia muito memorável. Exceto por uma coisa: seus selos postais.

Em 1951, Burt Kerr Todd, durante sua lua-de-mel, foi um dos primeiros ocidentais a visitar a pequena nação himalaia. O casal Todd se apaixonou pelo país e resolveu ficar por lá. Todd teve a ideia de ajudar a economia do país fazendo selos. Ele vendeu a ideia para o governo, que aceitou-a.

Foram duas décadas de pioneirismo e verdadeiras loucuras filatélicas: os primeiros selos em 3-D (e não, não eram ilustrações de Avatar), selos com cheiro de rosas, selos com texturas e em baixo-relevo, selos pintados em seda, plástico e até aço inox (!?). 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Carreta transparente

Não há nada mais chato — e perigoso — do que ter de ficar esperando atrás daquelas carretas enormes até ultrapassar. Ainda mais se o teu carro for compacto. Você certamente já deve ter desejado que aquela jamanta simplemente suma da sua frente. Como isso é um tanto impossível, talvez seja melhor esperar que ela fique transparente. Tipo assim:





Em resumo, é o seguinte: uma câmera na frente do caminhão e uma tela nas portas traseiras do baú. Esta é uma ótima ideia, mas não sei se já foi posta em prática. De qualquer maneira, seria muito mais prático e seguro do que ter que contar com os sinais de ultrapassagem que apenas alguns caminhoneiros fazem.


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...