Ombíbulo
adj. aquele que bebe de tudo. Cf. Onívoro, aquele que come de tudo.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Em uma palavra [18]
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Orgulho Modesto
terça-feira, 27 de julho de 2010
Em uma palavra [16]
Vespertilionizar
[de vespertilio, morcego em latim] v. transformar-se em um morcego; amorcegar-se. "Bruce Wayne vespertilioniza-se toda vez que o Batman é chamado." Vespertilionizado, adj.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Em uma palavra [15]
Lexifânico
adj. aquele que usa vocabulário pretensioso; tipo popularmente conhecido como “fala-bonito”. “’Em uma palavra’ é uma série muito lexifânica”
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Um ‘Contato’ menos Imediato
sábado, 3 de julho de 2010
Fica a Dica (6) — Como abrir uma garrafa de vinho com um sapato
Tire-bouchon est pour les mauviettes!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Em uma palavra [12]
E o que é que vem antes do pré-antepenúltimo?pré-antepenúltimoadj. o quarto, do fim para o começo de uma lista; aquele que vem antes do penúltimo. “A pré-antepenúltima posição é a primeira da zona de rebaixamento.”
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Toda censura é burra
terça-feira, 8 de junho de 2010
Em uma palavra [11] (macabra)
vivissepultarverb. enterrar alguém vivo. Da aglutinação de vivo e sepultar. “Com dificuldade, eles vivissepultaram asogradesesperada senhora.” Vivissepultamento, ato ou ação de vivissepultar. Vivissepultado, vítima do ato.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Os músicos do futuro (1906)
[O] próprio músico profissional, como o ator, vai deixar de ser considerado como um tipo de arlequim superior ou um animal performático, exibindo suas forças para a diversão de um público reunido. O que ele pôde um dia tocar poderá, se ele quiser, ser constantemente repetido. [...] Em vez do intérprete ou cantor ser julgado por seu desempenho em uma ocasião na qual o cansaço, a fadiga, a doença ou condições desfavoráveis atuem contra seu perfeito sucesso; quando as condições esmagadoras de nervos dos palcos podem em qualquer caso ofender suas suscetibilidades e distraí-lo da perfeição de seu empenho, ele [o cantor] será capaz de encontrar sua reputação na melhor performance que ele é capaz de fazer. [O músico] será capaz de tentar e tentar, vez após vez, em seu estúdio privado. Quando ele se satisfizer, ainda sozinho, ele irá publicar se esforço artístico para o mundo. Ele pode destruir tantas gravações insatisfatórias quanto quiser — da mesma forma como o escultor quebra o molde que não o agrada e da mesma forma que o pintor cobre parte de sua pintura — e ser julgado apenas pelo seu melhor.
— T. Baron Russell, A Hundred Years Hence [Daqui a cem anos], 1906
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Opinião de um cão sobre "Ratos e Homens"
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Em memória do videocassete
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Aquela peça, a “escocesa”…
| Montagem daquela peça escocesa feita em 1855 |
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Em uma palavra [10]
E digo mais: Um governo formado por cabeças-de-bagre também é ictiárquico.Ictiarquia
Icti-ar-quia. subst. [do grego: Ichtios, peixe; archía, governo, reinado]. 1. governo ou domínio dos peixes. 2. por extensão, governo ou domínio exercido por pescadores. Uma isolada vila de pescadores é uma ictiarquia. Derivação: Ictiárquico (adj.).
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pseudo-Poe
sábado, 13 de março de 2010
Bonitinha, mas inteligente
domingo, 21 de fevereiro de 2010
A Indústria Fonográfica e suas ameaças
Perseguida no século passado por músicos profissionais que se sentiam ameaçados, agora é a indústria fonográfica que se considera ameaçada e usa as mesmas estratégias que foram usadas contra ela. O resultado vai ser o mesmo: nenhum.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Harry Stephen Keeler
E seus dons vão além das tramas. Seus personagens tem nomes como Criorcan Mulqueeny, Screamo, the Clown; Scientifico Greenlimb e Foxhart Cubycheck. Ele também criou títulos como Finger, Finger! [Dedo, dedo!], The Yellow Zuri [O Zuri Amarelo], I Killed Lincoln at 10:13! [Eu matei Lincoln às 10h13!] e The Face of The Man from Saturn [A Face do Homem de Sarurno, à dir.]. Mesmo em termos de prosa pura e simples ele parece inteiramente perdido. Eis a tradução de um excerto de The Case of 16 Beans [O caso dos 16 feijões]: A porta agora se abriu revelando, como deveria, uma estranha figura — um meio-homem, nada menos, sentado numa carroça com rodinhas! — enquadrada contra um pedaço do outro lado do corredor. Mas não era um meio-homem ordinário este, pois ele era um chinês. Aliás, um tanto perneta, até a presença do toco de perna superior. Mas era amplamente dotado de locomoção, do tipo deslizante, de alguma forma, na forma de incomumente generosas rodas emborrachadas sob a plataforma da carroça.
UPDATE (04/07): acabei de publicar o Dólar de John Jones aqui.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
10 lições de ceticismo em Scooby-Doo
- Ceticismo pode ser divertido;
- Uma alegação paranormal é sempre um mistério a ser resolvido;
- Não importa o tamanho da loucura da alegação, alguém sempre vai acreditar nela;
- Ver não significa crer;
- Acreditar em alguma coisa não a torna verdadeira;
- Pessoas criam farsas por todos os motivos possíveis;
- Testemunhas e pesquisadores podem estar envolvidos na farsa;
- Falsários são geralmente motivados pelo dinheiro;
- Centenas de mistérios do mesmo tipo acabam sempre sendo falsos;
- Uma explicação baseada no mundo real é mais provável do que uma ideia sobrenatural.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Perfis Fakes
Uma das maiores obras de referência nos Estados Unidos do século XIX era a Appletons' Cyclopædia of American Biography, com seis volumes e descrições biográficas de 20.000 pessoas eminentes na história dos Estados Unidos e das Américas. A Cyclopædia foi publicada entre 1887 e 1889.
Surpreendentemente, muitos de seus personagens não são pessoas reais. Em seu zeloso trabalho para fazer perfis de cada pessoa digna de nota no Novo Mundo, a editora D. Appletons’ pagava por palavra e aceitava contribuições sem muito rigor. Suspeita-se que pelo menos 200 de suas detalhadas biografias foram simplesmente inventadas. Esse negócio de perfil fake não é assim tão novo quanto parece.
Quem fez isso? Ninguém sabe, mas curiosamente as falsas biografias são tão detalhadas quanto as de verdade. Uma investigação feita em 1937 mostrou que o escritor anônimo inventara títulos em seis línguas, tinha treinamento científico e conhecia a história e a geografia da América do Sul. Os lugares e os eventos históricos citados nas biografias fictícias eram genuinamente reais.
A minha suspeita é que tenha sido alguém com bom conhecimento e grande cultura, mas sem dinheiro. Tipo um estudante universitário.
Ainda mais surpreendente é fato de que a Cyclopædia of American Biography tenha sido republicada em 1968 por outra editora. Mas sem as devidas correções. Quem quiser tentar procurar mais biografias fakes pode baixar a obra.



