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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Fora-da-lei

Para um ser que acima de tudo é — ou se diz ser — onibenivolente, Deus já se meteu em uma série de problemas legais. Nos dois últimos anos foram duas acusações e, como era de se esperar de alguém que também se diz ser onipresente, cada uma veio de um lado do mundo.

Em 2007, Ernie Chambers, deputado estadual do Estado de Nebraska (EUA), entrou com um processo contra a deidade sob a alegação de que Ele causou "irrestritas mortes, destruição e aterrorização de milhões e milhões dos habitantes da Terra".

No ano seguinte, na Romênia, um prisioneiro recorreu judicialmente contra Deus por quebra de contrato. Segundo o detento, seu batismo era um contrato com Deus, mas o ser supremo teria rompido o acordo ao falhar em protegê-lo contra o mal.

Deus só não foi convocado a comparecer nos tribunais por formalidades técnicas. A ação do Sr. Chambers foi arquivada por que Deus não tem endereço (ou, pelo menos, não o informa em seu livro) e, portanto, não poderia ser notificado por um oficial de justiça. O caso romeno foi considerado fora da jurisdição da corte por que Deus não está registrado nem como pessoa física nem como pessoa jurídica.

Certamente, Deus deve ter procurado advogados com o Diabo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O primeiro de uma série

Em 1884, os Estados Unidos conheceram seu primeiro serial killer. O "Aniquilador de Empregadas Domésticas", como ficou conhecido, agia em Austin, no Texas. Ele arrastava suas vítimas para fora da cama, violentava-as e matava-as com um machadinho. Em um ano de atividades, ele matou pelo menos sete mulheres. Aí ele desapareceu, sem jamais ter sido capturado.

Três anos mais tarde, Jack, o Estripador apareceu em Londres.

Será uma coincidêcia ou seriam ambos os assassinos a mesma pessoa?

domingo, 15 de novembro de 2009

1907: O Crime não existirá em 2007

Como se sabe, uma das melhores coisas de viver no futuro é não ter que se preocupar com nenhum tipo de crime.

Na edição de 17 de março de 1907, o Washington Post republicou um artigo do Chicago Tribune entitulado "How Our Progeny Will Live One Hundred Years From Now" [Como nossa progênie viverá daqui a cem anos]. Um trecho, onde se imagina um mundo onde o crime é extremamente raro, é apresentado a seguir.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Preso por um fio

A primeira detenção por telégrafo ocorreu já em 1845. John Tawell envenenou sua amante na casa dela em Salt Hill e fugiu tomando um trem para Londres. Mas a polícia passou a seguinte — e memorável — mensagem para a Estação de Paddingnton:

UM ASSASSINATO ACABA DE SER COMETIDO EM SALT HILL pt O SUSPEITO FOI VISTO EMBARCAR COM BILHETE PRIMEIRA CLASSE P/ LONDRES NO TREM SAÍDO DE SLOUGH AS 7.42 PM pt ELE ESTÁ DISFARÇADO DE KWAKER [*] COM UM GRANDE CASACO MARROM ATÉ OS PÉS pt ELE ESTÁ NO ÚLTIMO COMPARTIMENTO SEGUNDO VAGÃO PRIMEIRA CLASSE pt

Em Londres, Tawell, o taverneiro assassino, foi abordado por um detetive da polícia que perguntou-lhe: "Você acabou de chegar de Slough?". Sem saber como o homem “advinhara” a sua origem, Tawell deu uma resposta positiva. Ele foi preso, julgado, condenado e enforcado.
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NOTA:
*Na pressa da “digitação” da mensagem, o telegrafista escreveu KWAKER, com K mesmo, em lugar de QUAKER.

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