Nesta era de globalização, quando os longos — e, vamos admitir, deliciosos — tentáculos da Coca-Cola ou da Pepsi alcançam até os lugares mais remotos do mundo, a Galco Soda Pop Stop é um lugar único. Nesse mercadinho cabe uma imensa variedade de marcas de refrigerante artesanais ou vintage, vindos de todos os cantos dos Estados Unidos e de lugares tão distantes quanto a Romênia.
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domingo, 24 de julho de 2011
Um museu vivo dos refrigerantes
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domingo, 20 de março de 2011
O Caso Coca-Cola (parte 2)
O processo aberto por Wiley contra a Coca-Cola considerava o produto “adulterado e com anúncio inadequado”. A adulteração, é claro, estaria no uso de cafeína, que “poderia causar danos à saúde”. Baseado em análises químicas, o Químico-Chefe da América também alegava que a Coca-Cola enganava seus consumidores, já que quase não havia traços de coca e “pouco ou talvez nenhuma cola”. Entre os ingredientes, segundo os autos do processo, havia açúcar, água, cafeína, glicerina, suco de lima “e outras matérias flavorizantes.” (evidentemente, a fórmula completa não foi revelada por se tratar de propriedade industrial da Coca-Cola).
A companhia respondeu às acusações de Wiley reiterando que Coca-Cola era uma marca registrada e que a fórmula estava em uso há mais de 20 anos sem qualquer problema. Quanto à adulteração, era mais difícil provar que a cafeína não era totalmente danosa.
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sábado, 19 de março de 2011
O Caso Coca-Cola (parte 1)
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| Harvey W. Wiley: sem saco para um cafezinho. |
Com o apoio de um seleto “esquadrão do veneno” (doze voluntários que ele usava para testar a segurança alimentar), a luta de Wiley por comidas e bebidas mais puras se tornaria legendária. Embora a Divisão de Química não tivesse, inicialmente, qualquer poder regulatório, Wiley e seus colaboradores publicaram suas descobertas em uma série de dez artigos durante o ano de 1902. Depois, ele procurou vários médicos e grupos de interesse especiais para fazer lobby por uma reforma no setor.
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