Depois de um longo período fora do ar, essa série que mistura humor e ceticismo está de volta!
Clique para ampliar.
Depois de um longo período fora do ar, essa série que mistura humor e ceticismo está de volta!
Clique para ampliar.


"Uma teoria (da maneira como a palavra é usada pelos cientistas) é uma descrição detalhada de alguma faceta do funcionamento do universo que é baseada em longa observação e experimentação e que tem sobrevivido ao estudo crítico dos cientistas em geral.
Por exemplo, temos a descrição da natureza celular dos organismos vivos (a 'teoria das células'); de objetos que se atraem mutuamente de acordo com uma regra fixa (a 'teoria da gravitação'); da energia agindo em quantidades discretas (a 'teoria quântica'); da luz viajando através do vácuo a uma velocidade fixa e mensurável (a 'teoria da relatividade'), e assim por diante.
São todas teorias; são todas firmemente fundamentadas; são todas aceitas como descrições válidas deste ou daquele aspecto do universo. Elas não são nem palpites nem especulações. E nenhuma é melhor fundamentada, examinada mais de perto, mais questionada criticamente e mais largamente aceita do que a teoria da evolução. Se ela é “apenas” uma teoria, isso é tudo o que ela tem que ser.
O criacionismo, por outro lado, não é uma teoria. Não há nenhum indício, cientificamente falando, que a apóie. O criacionismo, ou pelo menos a variedade particular aceita por muitos americanos, é uma expressão de uma lenda dos primórdios do Oriente Médio. Ela é descrita com justiça como 'apenas um mito'."

Clique para ampliar.[1] Energia inteligente? Isso é besteira! Como algo que não é material pode ter consciência e "saber o que faz"? Isso é só mais um nome pomposo e dissimulado para deus.

Um wormhole (ou buraco de verme ou buraco de minhoca), é uma característica topológica hipotética do continuum espaço-tempo, a qual é em essência um "atalho" através do espaço e do tempo. Um buraco de verme possui ao menos duas "bocas" as quais são conectadas a uma única "garganta" ou tubo. Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode "viajar" de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuum espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral.
O termo buraco de verme (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Wheeler em 1957. Todavia, a idéia dos buracos de verme já havia sido inventada em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.